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17 de mai de 2012

Megadeth: "O sucesso da banda é abençoado por Deus!"

O Pastor Matt da The Point recentemente conduziu uma entrevista com o baixista do MEGADETH  David Ellefson. Você pode assistir um trecho no vídeo abaixo (que irá ao ar na íntegra no domingo do dia 20 de maio).



No último outono, Ellefson tornou-se um dos 100 estudantes a distância do Seminário Concordia. As aulas incluem "Distinções Luteranas", "Pregação I & II", "Introdução ao Culto" e "Escrituras e Fé".
Falando com Michael Gryboski, do Christian Post, o baixista conta sobre a decisão de se tornar um pastor Luterano.
"Eu terminei a educação superior há poucos anos e faço muitos trabalhos dentro da igreja quando não estou na estrada também. Eu faço apenas pela minha paixão por isto. Então quando o programa de seminário me foi oferecido pelo meu pastor eu pensei que poderia ser uma ótima oportunidade para tocar música e continuar crescendo na minha fé e oportunidades futuras de servir a Deus".
Quando perguntado se via algum conflito entre ser baixista de uma clássica banda de metal e um critsão, Ellefson respondeu:
"Algumas pessoas na igreja podem enxergar um problema comigo tocando música 'mainstream', mas esta foi a vida que me foi dada e meus talentos musicais também são dons de Deus. Se analisar, a formação e o sucesso do MEGADETH é abençoado por Deus".


Fonte: Whiplash
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9 de abr de 2012

Resenhas: Para noooossa alegria, banda Catedral voltará a tocar a música “Galhos Secos” em shows


A banda Catedral anunciou que irá voltar a tocar a música “Galhos Secos” em suas apresentações.
A decisão foi tomada após o sucesso do vídeo gravado por Jefferson e Suelen Barbosa, que ficou conhecido como “Para nossa alegria”. Em 20 dias, o vídeo publicado no Youtube alcançou mais de 14 milhões de acessos.
O Catedral, que havia regravado a música em 1993, no álbum “Está consumado”, afirma que seus fãs passaram a pedir a música nos shows: “Estamos sendo obrigados a voltar a tocar. Os fãs estão pedindo muito. Vamos começar uma nova turnê e tocaremos ‘Galhos secos’, porque virou uma febre. Queremos fugir do lance cômico. O pessoal curtiu a música e está procurando saber como ela é mesmo. Viram um vídeo engraçado, mas a música e a letra despertaram um interesse na galera”, explica Kim, em entrevista ao G1.
A versão da banda Catedral foi a primeira que deu roupagem pop à música composta por Osvayr Agreste: “A gravação de ‘Galhos secos’ mais famosa foi feita pelo Catedral. A letra da música e a informação que ela leva são muito sérias, parece até uma oração”, afirma o vocalista.

Fonte: Gospel+
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27 de mar de 2012

Legião Urbana: Renato Rocha não foi o 1º nem será o último... leia o texto

O texto representa a opinião do autor.

Nunca romantizei as figuras do rock and roll. Não acho que o conceito de “sexo, drogas e rock and roll” deve ser cristalizado e por isso mantido como tradição e filosofia de vida, especialmente para quem vive (profissionalmente) de música. Faz parte da história, ninguém pode negar, mas é inegável também que as vítimas deste tripé (especialmente das drogas) são centenas e deixam milhões de pessoas órfãos da sua arte e criatividade.
Por incrível que pareça, existem pessoas que parecem possuir um fetiche doido por histórias loucas; biografias que somadas falam sobre destruições de quartos de hotéis, porrada com e no público, entrevistas interrompidas, shows vexatórios, derrame de egos. Fosse este apenas o cenário visível, ainda tem um outro: overdoses cavalares, guerras familiares, brigas judiciais, sonhos adiados e todo tipo de acontecimento que depõe contra a vida, não só do astro, mas do cara comum, que descobriu ser um deus, conquistou o planeta, perdeu os verdadeiros amigos e depois descobriu ser apenas um cara que foi além daquilo que imaginava.
Seria perder tempo tentar entender quais foram as pontas das cordas que desataram na vida de RENATO ROCHA (ex-baixista da LEGIÃO URBANA) e que o levou a ser além de ex-tudo (músico, pai de família, boa situação financeira) para ser um resto de gente, encontrado perambulando pelas ruas do Rio, com o olhar perdido, assumindo falas suas e outras vindo de algum lugar do passado.
Os personagens dessa história possuem suas retóricas, quase todas defensivas. Nem ficarei no simplismo do veredito que “foi o consumo excessivo de droga o responsável por acabar com o resto de vida de Renato”. Isso parece óbvio até para quem não sabia do músico nos últimos cinco anos.
Em primeiro lugar: agora, não adianta virem à imprensa dizerem que ‘tudo foi feito pelo Renato’. Não, tudo não foi feito, muito menos por ele. As escolhas do músico foram as principais responsáveis por sua tragédia pessoal, mas será que todas as possibilidades foram esgotadas? O pai do músico é tão sabedor da história do filho que disse que seu maior desejo é ‘comprar um imóvel e colocar alguém para cuidar dele’. Até um cara que não gosta de LEGIÃO URBANA e nem sabe quem é RENATO ROCHA, se viu a feição doente e dislexa do ex-tudo, sabe que nem a moradia será capaz de curar a doença existencial do indivíduo.
Continuando: não vejo ninguém que faz apologia a descriminalização das drogas aparecer e dizer que, uma das possibilidades de vida que o cidadão tem ao escolher suas substâncias de consumo (e perder o controle pois manter sob guarda um vício é utópico e irreal) é perder TUDO que tem inclusive as pessoas que ama. Nenhum neo-liberal atuante na defesa da causa, assume a responsabilidade de declarar que o envolvimento permissivo e íntimo com entorpecentes pode (e a possibilidade é forte) destruir o que você construiu e destruir até a esperança de voltar a projetar uma carreira profissional. Não aparece nenhum playboy pra dizer que, se não tomar cuidado, é isto que acontece.
Agora é MUITO FÁCIL apontar os dedos para o mendigo e dizer: a culpa é dele, quem mandou escolher o que não devia e essa sentença está longe de não ser verdadeira, mas estes são os mesmo que, por exemplo, massacraram RODOLFO ABRANTES ao sair dos RAIMUNDOS por querer mudar de vida, a saber, tornar-se evangélico.
O que se discute aqui não é se o RODOLFO vai pro céu e o RENATO para o inferno e sim, uma sociedade hipócrita que prefere a via-crucis da idolatria/vício/morte do que alguém que muda seu rumo a partir de um pensamento, uma epifania, uma revolução interior. O fã prefere que seu ídolo continue mantendo o perfil que o consagrou (e que pode levá-lo ao caos) do que vê-lo bem, longe dos holofotes.
Os grupos sociais já possuem o que eu chamo de RETÓRICA DA CULPA, que é o discurso pronto, lógico e explicativo, do porquê da crise, mas se inibe de negar o modelo que só faz vítimas, que arranca deuses da terra com a foice da martirização, preferindo eternizar a obra do que manter o ídolo mais tempo vivo. Ou seja: os discos estão aí, quem sentir falta, que os compre.
É a materialização do abstrato e a frieza dos fatos. Os “rockeiros” (com todas as aspas) o chamarão de fraco, apontaram os dedos para MARCELO BONFÁ e DADO VILLA-LOBOS como cúmplices de uma realidade assombrosa sob alguém que os ajudou a colocá-los na história da música popular brasileira, mas continuarão achando FODA, as histórias de orgias regadas à drogas, álcool e tudo que couber, porque nada disso lhes afeta a vida, o que eles querem são os discos prontos, as datas de turnê incluindo seu estado (e país) e as declarações polêmicas para proferirem de peito estufado: ESSE CARA É FODA.

Quanto à vida, que se dane, “eu tenho os discos”.

twitter: @dcostajunior
twitter blog: @aliterasom

Video: ex músico do Legião Urbana vive situação difícil no Rio de Janeiro

Materia exibida na Rede Record em 25/03/2012


Retirado do Whiplash
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