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5 de abr de 2017

Trino: discografia clássica é relançada


Inúmeras apresentações pelo país, legiões de admiradores e uma discografia impecável são alguns dos legados deixados pela banda Trino no underground brasileiro, que esta longe de ser esquecida por aqueles que tiveram um contato, por mais breve que seja, com ela.

Mesmo inativa a banda é sempre lembrada e seus antigos álbuns procurados, visto que por muitos anos se encontram fora de catálogo. Pensando nisso os selos Lex Metalis Records e Alerta Records uniram-se no propósito de trazer estes álbuns de novo a vida, adicionados de faixas bônus e novo material gráfico em um box set exclusivo e limitado a apenas 100 unidades numeradas.

"Trino", o box set, faz um apanhado geral da carreira da banda entre os anos de 1995 e 2006 de uma forma a honrar todo o histórico do grupo. Seu conteúdo consiste de:

CD "95 - 9"8 - As 3 demo tapes da banda, pela primeira vez em CD. 12 faixas históricas que testificam a evolução da banda desde os seus primeiros dias;

CD "Suffocated Breed" - O debut da banda retorna com suas 8 faixas originais além de 2 regravações e 2 faixas inéditas jamais lançadas anteriormente;

CD "More Than A New Life" - Segundo lançamento, este icônico álbum conta com 2 b-sides e uma rara jam gravada com músicos das bandas Antidemon e Atonement como bônus, além de suas 12 faixas originais;

CD - "Oposição" - 3º álbum e o primeiro a ser totalmente cantado em português, é aqui que reside alguns dos maiores clássicos da banda, desta vez acompanhados de 3 faixas presentes na antiga coletânea de 10 anos do power trio;

CD - "666 Corporation" - Icônico lançamento em sua versão original de 2006. Últimas unidades disponíveis.

Como este é um lançamento especial, de fã para fã, 3 opções de combos estão sendo ofertadas tendo adesivos, camisas, DVD e squeeze como itens especiais, em quantidades ultra limitadas.

Interessados em adquirir o seu box set podem fazer a pre-order através do site www.alertarecords.com.br . O lançamento oficial está marcado para os dias 21 e 22 de abril no Metanoia Fest e aqueles que não retirarem seus itens pessoalmente receberam via correio, com envio marcado para o dia 22/04.

Maiores informações:
alertadistro@hotmail.com
lexmetalisaa@gmail.com 


Fonte: Roadie Crew
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23 de mar de 2017

Saint Spirit: banda se apresenta no "Roquealize-se" em abril no Rio de Janeiro


A banda carioca Saint Spirit foi confirmada como mais uma apresentação do "Roquealize-se de Páscoa", que acontecerá no dia 15 de abril, continuando assim a turnê de divulgação de seu aclamado álbum "Mea Culpa"

A apresentação se dará juntamente com as bandas Âncora, Folks, Indiscipline, Royal e mais uma banda que ainda será escolhida atra´ves de votação pela internet. O evento começará as 16 horas e será realizado na Praça XV De Novembro, Marechal Hermes/RJ com entrada franca.

Maiores informações:
https://www.facebook.com/events/1365711593466938

Saint Spirit é:

Rodrigo 'Bizoro' (V/D)
Clamer (G/V)
Michel 'Mixa' (B)

Video Clip "Volt"
www.youtube.com/watch?v=ymCLI_ROOXQ

https://www.facebook.com/SaintSpiritBR
https://www.youtube.com/channel/UCgcIhj51GNhOQd29_naQdBA
Assessoria: https://www.facebook.com/LexMetalisAA


Fonte: Roadie Crew 
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Metanoia Fest: com Narnia, 21 e 22 de abril em Vila Velha; Dynasty desiste


A menos de um mês de sua realização, o Metanoia Fest sofreu uma baixa em seu cast. Por motivos profissionais de um de seus integrantes, a banda Dynasty não poderá comparecer ao evento e com isso a banda No Trauma foi escalada em seu horário.

Esta será a 16ª edição do já estabelecido e reconhecido festival capixaba que mais uma vez terá um cast eclético misturando bandas locais além de nomes de outros estados, tendo como apresentação principal a banda Narnia da Suécia fazendo o seu primeiro show no Sudeste brasileiro.

Ingressos apenas na hora (dinheiro ou cartão)
R$10 + 1 KG alimento não perecível por dia!

Correria Music Bar
Av. Estudante José Júlio de Souza, 740 - Jockey de Itaparica, Vila Velha
(Próximo a Embratel / final da orla de Itaparica)
Tel: 98116-3325

Abertura dos portões: 17 horas

Início das apresentações de Rap: 18 horas

Sexta Feira - 21/04

19:00 h – Schofar/ES (War Metal)
19:50 h – Comboio Calibre/RJ (Alternativo)
20:40 h – Ravengar/ES (Punk Rock)
21:30 h – Puritan/ES (Metal Favela)
22:20 h – Fire/ES (Hard Rock)
23:10 h – Ninetieth Storm /ES (Deathcore)
00:00 h – Perpetual Legacy/DF (Symphonic Metal)
00:50 h – Lammah/ES (Heavy Metal)
01:40 h – Beco 8 Beatdown/ES (HC Beatdown)

Sábado - 22/04

19:00 h – Broad and Sharp/SP (Metalcore)
19:50 h – Social Disparity/ES (Hardcore/Metal)
20:40 h – Soldiers/ES (Cover Stryper)
21:30 h – Legacy Of Kain/PR (Thrash/Groove Metal)
22:20 h – Narnia/SUE (Power Metal)
00:00 h – Maieuttica/RJ (Metalcore)
00:50 h – God Knockdown/SP (Metalcore)
01:40 h – No Trauma/RJ (Metalcore)
02:30 h – Silence Means Death/ES (Death/Thrash Metal)

Maiores informações:
www.facebook.com/events/1640916282875553/
https://www.facebook.com/MetanoiaFest

Fonte: Roadie Crew 
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Download now: Dogwood discografia (1996-2004; punk rock / hardcore; EUA)

 
 
Good Ol' Daze (1996)
Through Thick & Thin (1997)
More Than Conquerors (1999)
Building A Better Me (2000)
Matt Aragon (2001)
This Is Not A New Album (2001)
Seismic (2003)
Reverse, Then Forward Again (2004)

DOWNLOAD: https://www.amazon.com/clouddrive/share...
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15 de out de 2016

Rock Alive 2017: Deliverance e Antidemon juntos na Holanda


A Holanda é conhecida por seus grandes festivais dentro da Europa. Quem não lembra do Flevo Festival (atual Flavor Fest), onde já passaram grandes nomes do rock e metal cristão. O festival deste ano aconteceu em setembro onde teve a participação da banda sueca Leviticus entre outros nomes da Europa. Para 2017, a organização do festival já antecipou alguns nomes incluindo o brasileiro Antidemon e o clássico norte americano Deliverance. O evento está previsto para 23 de setembro de 2017 na Holanda, visto que o Antidemon está em uma turnê mundial que começou em agosto deste ano. 


www.rockalive.eu


Fonte: Templo Metal 
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19 de jun de 2014

As I Lay Dying: Tim Lambesis revela ser ateu e dizia ser cristão para vender discos..."90% das bandas fingem fé"


Uma banda autocategorizada como sendo de ‘Heavy Metal Cristão’ cujo frontman foi condenado por tentar contratar um pistoleiro para assassinar sua ex-esposa admitiu que vinha enganando seus fãs ao fazê-los acreditar que eles eram cristãos de modo a vender discos.

“Na verdade, eu era ateu”, disse Tim Lambesis, o vocalista e fundador do AS I LAY DYING ao site Alternative Press em uma entrevista recente. “Na verdade, eu não fui o primeiro cara no As I Lay Dying a deixar de ser cristão. Eu acho que fui o terceiro. Os outros dois que continuaram o sendo meio que pararam de falar no assunto, e daí eu acho que eles também largaram de mão também.”

O site ainda apontou para o fato de que sua ex-esposa, Meggan, havia divulgado na papelada do divórcio que Lambesis tinha se tornado ateu. Lambesis, ao admitir seu ateísmo, ressaltou que ele se distanciou do cristianismo tão logo se graduou em estudos religiosos, curso que realizou por meio de um programa de longa distância.

“No processo de tentar defender minha fé, eu comecei a pensar que o outro ponto de vista era mais forte”, ele declarou.

E um pecado levou ao outro, e ele tenta justificar sua renúncia a Cristo como justificativa para suas ações.

“A primeira vez em que chifrei minha esposa, minha interpretação de moral agora me era conveniente”, explicou Lambesis. “Eu me sentia menos culpado se eu decidisse, ‘Bem, o casamento não é uma coisa verdadeira, porque o Cristianismo não é verdadeiro. Deus não existe. Portanto, o casamento é apenas um pedaço de papel idiota do governo.”

Mas ele continuou a declarar que era cristão, assim como os outros da banda, de modo a vender discos para os fãs de música cristã.

“Eu me lembro de um festival cristão quando um jornalista queria que um dos caras da banda desse seu testemunho, e ele ficou paralisado e deixou que um dos caras que ainda eram cristãos respondesse”, conta Lambesis. ”Rimos daquilo depois, mas só ríamos porque foi muito constrangedor.”

“Quando os fãs queriam rezar com a gente depois dos shows, eu ficava tipo, ‘Ah, manda ver, reza! ‘, e eu só deixava eles rezarem. Eu dizia ‘amém’. Se rezar com a minha mão no ombro deles os faz sentir melhor, eu não queria tirar isso deles,” ele continuou. ”Quando eles pediam para que eu rezasse por algo em específico, eu dizia ‘Eu não gosto muito de rezar em voz alta, mas vou pedir por isso no ônibus.”

Ele disse que durante seu tempo com o As I Lay Dying, ele se deu conta que muitas bandas que se declaram cristãs disfarçam suas verdadeiras convicções tal qual ele fazia.

“Excursionamos com mais ‘bandas cristãs’ que na verdade não eram cristãs do que com bandas que de fato o fossem”, afirmou Lambesis. ”Em 12 anos de turnês com o As I Lay Dying, eu diria que talvez uma dentre dez bandas com as quais tocamos eram de fato cristãs.”

À medida que ele continuou a cair em tentação, Lambesis perguntou a um personal trainer da academia onde ele se exercitava se ele conhecia algum matador de aluguel que pudesse matar sua esposa. O vocalista logo foi preso e levado sob custódia da polícia após uma operação onde ele supostamente deu à polícia as instruções e o dinheiro para prosseguir com o homicídio. Ele foi condenado a seis anos de prisão no último mês de março.

Mas foi só recentemente que Lambesis trouxe à tona a verdade sobre seu ateísmo e a fachada que sua banda montou para vender discos.

“Muitos pais cristãos diziam, ‘Sim, você pode comprar esse CD do As I Lay Dying porque eles são uma banda cristã’. Eles nem se dão ao trabalho de conferir as letras”, Lambesis acusa. “Então, quando você muda de opinião, você meio que deve aos fãs essa honestidade.”


Fonte: Whiplash
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30 de jun de 2013

August Burns Red: ouça na íntegra o novo álbum Rescue & Restore

Ouça na íntegra o novo álbum do August Burns Red chamado Rescue & Restore, lançado em 25 de Junho pela Solid State Records.




Fonte: NEWS ★ METALDISCS 
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20 de mai de 2013

Trino: Tom Chagas retorna aos vocais


Abaixo a mensagem publicada no facebook de Tom Chagas.
 

"Após 6 anos, TRINO de volta! 1º ensaio com a nova "velha" formação:

Tom Chagas - G/V
Bruno Max - B/V
Flávio Mello - G
Fabio Kiefer - D
 "



Fonte: Metal Land 
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As I Lay Dying: comportamento violento causado por esteroides, argumenta defesa de Lambesis


Lambesis, vocalista do AS I LAY DYING retornou à corte na última quarta, 17 de maio, para sua audiência de fiança, relativa ao seu suposto plano de assassinar sua esposa, e mais detalhes do caso foram revelados no processo.

De acordo com o UTSanDiego.com, o advogado de Lambesis, Thomas Warwick, argumentou que seu cliente havia entrado em um mundo de academias e comidas saudáveis, e mais tarde começou a tomar suplementos nutricionais como porta-voz pago destes produtos. Em algum ponto ele começou a tomar esteroides, o que de acordo com seu advogado foi o causador deste comportamento, instigando a trama de assassinato.

Warwick afirma: “Seu processo de raciocínio foi devastadoramente afetado pelo seu uso de esteroides.” Ele adiciona: “Foi uma terrível tragédia. Ele sempre foi um homem muito cuidadoso e gentil [antes dos esteroides], e nós precisamos trazê-lo de volta.” Lambesis, de acordo com relatos, cresceu de 77kg para 100kg e nas palavras de seu advogado “não era a mesma pessoa. Ele estava irritadiço e perdeu Deus.” Um psiquiatra forense foi consultado pela defesa, e afirmou que o vocalista ficou com um comportamento agressivo após o uso dos anabolizantes.

Ainda na quarta feira, Warwick teve sucesso em diminuir a fiança de Lambesis, mas não tanto quanto gostaria. Ele queria US$ 250.000 dos US$ 3 milhões iniciais. O juiz, porém, baixou “apenas” US$ 1 milhão. O advogado falou à corte que mesmo após esta diminuição, seu cliente não conseguiria pagar a quantia.

O músico de 32 anos permanece preso desde o dia 7 de maio, acusado de tentar contratar um assassino para matar sua esposa. O pistoleiro em questão era um policial disfarçado.

A acusação alega que Lambesis contou duas vezes a um homem na academia que queria ver sua esposa morta, então se encontrou com um detetive disfarçado, conhecido como “Red”, e deu ao agente um envelope contendo US$ 1.000 em dinheiro, fotografias de sua esposa e o código de segurança do alarme de sua casa. Ele também contou ao agente sobre as datas em que estaria com os três filhos adotados do casal, criando assim um álibi.

“Quando foi especificamente perguntando se a queria morta, ele disse: ‘Sim, é exatamente o que quero.’” Contou Claudia Grasso, advogada do distrito, ao juiz. “A vítima agora vive encarcerada e aterrorizada.”

Fonte: Whiplash
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25 de abr de 2013

Paramore: divulgados preços para os shows de São Paulo


A produtora Livepass, que trará o grupo estadunidense Paramore para o Brasil divulgou os preços dos ingressos para os shows que ocorrerão nos dias 30 e 31 de julho no Espaço das Américas, em São Paulo.
Os ingressos para o setor pista custarão 220 reais, enquanto os ingressos para a BudZone custarão 360 reais.

Fonte: Whiplash
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Stryper: resenha do novo CD Second Coming

Stryper: ano de 2013, 30 anos de estrada e um álbum com releituras de clássicos mais duas canções inéditas. Isso resume o "Second Coming", o mais novo álbum do grupo, que chegou em 2013 com estilo e mostrando a que veio, com muita qualidade e empenho em demonstrar que ainda têm muito o que oferecer ao cenário musical.

Nota: 9

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Focado na releitura dos seus maiores sucessos, eles não decepcionam e, tenha certeza, surpreendem na grande maioria das músicas desse álbum. "The Covering", álbum que antecedeu a esse, fez muito bem aos caras. "Second Coming" surge como um recomeço, uma retomada às raízes que fundamentaram seu som e consagrou o Stryper ao lado das maiores bandas de Metal do mundo, sendo expoentes no Metal Cristão. E com 14 grandiosos sucessos e 2 inéditas, o álbum promete ser uma das grandes surpresas do ano.
Pois bem, a primeira música é "Loud 'N Clear", e mostra toda a boa forma dos rapazes. Guitarras viscerais, bateria e baixo muito firmes e, claro, a estridente e potente voz de Michael Sweet faz com que ele sequer aparente 49 anos de idade. Abre o álbum com grande estilo. Destaque para Oz Fox, em seu hiper solo, e Michael Sweet, fazendo um agudo ainda mais alto que na versão original.

A segunda música é "Loving You" e confesso que me surpreendi com a presença dela no álbum pois ela não é muito lembrada em seus shows. É praticamente a versão atualizada da música, mantendo o alto nível que já iniciou com a faixa anterior.

Então, a partir daqui, eles vão elevando o nível ainda mais, pouco a pouco. A terceira faixa "Soldiers Under Command" é visceral. Tem já escutou a versão ao vivo vai perceber que há uma grande semelhança. Vocal potente e firme de Michael Sweet, solos do Oz e Sweet muito consistentes, bateria do Robert impecável nessa faixa, e o baixo de Gaines firmando a retaguarda. Música emblemática do Stryper e muito bem feita aqui.

A próxima é "Makes Me Wanna Sing" e aqui fica o destaque para o vocal do Michael Sweet, novamente, e o solo muito bem feito de Oz Fox. É incrível como dois caras de, praticamente, 50 anos, mantém o mesmo nível de 30 anos atrás! Principalmente Sweet, que se esquivou totalmente da maldição que assombra vários vocais do Metal e Rock sobre a idade diminuindo, pouco a pouco, a qualidade vocal. Mas Michael demonstra uma técnica de dar inveja até mesmo para muitos vocalistas de 20 anos de idade. A melhor versão da música, ao meu ver, é do show gravado em Tóquio - Japão, durante a turnê do álbum "In God We Trust", "Burning Flame". Porém, essa versão de estúdio causa empate técnico entre as duas versões, de tão boa que é.

Depois de muitos Riffs e agudos de tirar o fôlego, surge "First Love" para dar aquela quebra de ritmo. Aqui está uma das faixas que demonstra o grande entrosamento da banda e o vocal potente e absurdo de Michael Sweet. Linda balada e uma grande surpresa no setlist do álbum, mantém o nível de qualidade das outras músicas. De arrepiar!

E aqui, na sexta faixa, surge um dos grandes clássicos dentre os clássicos do Stryper: "The Rock That Makes Me Roll". Os riffs, os solos, a bateria e o baixo extremamente entrosados, a mesma magia e energia captada num estúdio de 1985. Bravíssimo agudo no final!
"Reach Out" é a próxima e aqui mantém o nível anteriormente citado, exatamente como fazem na versão ao vivo.
"Surrender" é uma surpresa. E que surpresa! Impossível não sentir a energia dos anos 80 nessa música, que regravaram magistralmente! Oz Fox, como sempre, arrepiando no braço da guitarra! Uma das grandes releituras aqui feitas, com absoluta certeza.

Mas, é nona faixa que fica o teste: "To Hell With The Devil" é a próxima. Confesso que fiquei impressionado com a qualidade, me fazendo relembrar e, ainda por cima, preferir essa versão do que a original! E Michael Sweet acerta o agudo final com a mesma potência e mesmo vibrato, assim como em seu solo e do Oz Fox. Absurdamente animalesco som! Excelente trabalho"

Após essa, não há o que dizer de "Calling On You" e "Free", outras duas excelentes músicas de 1986, do álbum "To Hell With The Devil"! A mesma qualidade se segue e percebemos o quão em forma eles estão, assim como em "Sing Along Song". Essa última tem até particularidades, como o início em que inicia uma guitarra, depois a próxima para, então, iniciar a música e a voz de Michael Sweet lembrando as versões ao vivo magistralmente.
E, para fechar a lista dos clássicos, "The Way" e "More Than a Man" surgem. Muito bem executadas, "The Way" dá o destaque para Oz Fox, que maneja a guitarra de forma absurda nessa música. O solo é fantástico! Técnica e domínio acima da média.

E em "More Than a Man", o que dizer de Michael Sweet? Curiosamente, é na última música que ele sacramenta a listagem de clássicos puxando os limites de sua voz! Me fez relembrar muito "Against The Law" e "In God We Trust", demonstrando toda sua capacidade técnica e domínio sobrenatural da voz para alguém que tem, praticamente, 50 anos de idade! Destaque para o agudo final, onde ele faz um agudo ainda mais alto - e mantém de forma assombrosa! - do que na gravação de 1986 e nas versões ao vivo! Espetacular.
Na sequência, após os clássicos, surge as duas músicas inéditas: "Bleeding From Inside Out" e "Blackened".

Bom, a primeira é boa, mas não a nível de Stryper. Faixa muito mediana, relembrando os tempos controvertidos de "Reborn", só que um pouco acima do nível daquele álbum. É uma música boa, os rapazes estão ótimos, porém, não convence.

Por outro lado, "Blackened" é uma grande música! Grande cadência e ritmo, consegue fundir o Metal do fim dos anos 80 com o Metal atual! Agudos absurdos, riffs potentes e consistentes, encerram o álbum em grande estilo, assim como começou, deixando aquele gostinho de "quero mais" e aumentando ainda a ansiedade sobre o novo álbum de inéditas que, segundo eles, sairá até o fim de 2013. Somente não supera "God", a faixa inédita lançada em "The Covering", mas certamente seria um single e um dos grandes sucessos do Stryper, ao lado de "Caught In The Middle", "Writings On The Wall" e "Mercy Over Blame".

Destaque para Michael Sweet, que faz a guitarra solo das duas músicas. Jurava que era o Oz Fox! Quando soube que era o Michael Sweet, me surpreendi com sua técnica na guitarra. Realmente é um guitarra subestimado. Demonstrou que, além de um excelente vocalista, é um grande guitarrista, também, tanto quanto Oz Fox.

Bom, "Second Coming" é isso: um álbum viciante, daqueles de comprar e guardar para seus filhos e netos escutarem. Será um álbum lembrado na carreira do Stryper como uma de suas grandes gravações, mesmo que de releituras das versões originais existentes. Michael, Oz, Robert e Tim se firmam, ainda mais, como o maior banda de Metal Cristã e uma das melhores do Metal em geral. Excelente forma e técnica de todos.
Porém, como tudo não é perfeito, há dois pontos fracos: "Reach Out" e "Bleeding From Inside Out" foram os pontos medianos do álbum, não se mantiveram no nível das demais canções. Mas creio que seja pelo grande nível criado por eles mesmos nas demais músicas, o que ocasionou isso.

E o outro ponto é a mixagem: ela estava excelente, álbum muito bem produzido, porém, achei a bateria do Robert muito retraída em um pouco mais das canções do álbum. Faltou um pouco de presença e peso da bateria. Para se ter uma ideia, ao escutar "Reborn" novamente, a bateria de Robert estava mais consistente e presente do que nesse último álbum, o que é uma pena, porém, "faz parte do show".

Por fim, essa foi a resenha. Ao escutar "Second Coming", um excelente álbum o espera e garanto a você que escutará esse cd por um bom e longo tempo! Muito bem produzido, excelente escolha das músicas (embora tenha sentido falta de alguma da era "Against The Law", mas claramente percebe-se a linha que eles querem seguir, então, tudo bem!) e uma qualidade técnica de dar inveja, esse é "Second Coming" do Stryper, marcando sua volta ao cenário musical em grande estilo.
Até a próxima.

Track list de "Second Coming":

1. "Loud 'N Clear" (3:46)
2. "Loving You" (4:27)
3. "Soldiers Under Command" (5:08)
4. "Makes Me Wanna Sing" (2:50)
5. "First Love" (5:22)
6. "The Rock That Makes Me Roll" (4:53)
7. "Reach Out" (5:24)
8. "Surrender" (4:18)
9. "To Hell with the Devil" (4:06)
10. "Calling on You" (3:41)
11. "Free" (3:41)
12. "The Way" (3:37)
13. "Sing Along Song" (4:23)
14. "More Than a Man" (4:33)
15. "Bleeding from Inside Out" (3:44)
16. "Blackened" (3:08)


Fonte: Whiplash
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Stryper: novo disco terá cover de "Jesus Is Just Alright"

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A banda de Hard rock cristão STRYPER está gravando uma versão cover de "Jesus Is Just Alright", uma canção gospel escrita por Arthur Reid Reynolds, para o seu próximo álbum de estúdio, provisoriamente esperado para antes do final do ano, via Frontiers Records. O vocalista da banda, Michael Sweet, diz, "ela rivaliza com a nossa cover de 'Shining Star' do EARTH, WIND & FIRE"

"Jesus Is Just Alright" foi gravado pela primeira vez pelo próprio grupo de Reynolds, THE ART REYNOLDS SINGERS, em seu álbum de 1966, "Tellin' It Like It Is". Mais tarde, teve versões dos THE BYRDS e dos DOOBIE BROTHERS.

Michael Sweet declarou anteriormente que o novo CD do STRYPER conteria "as melhores músicas da nossa carreira sem firulas musicalmente ou liricamente." Ele acrescentou: "Eu estou contando os dias para a sua chegada e quando ele chegar, vai ser como um trem acelerando faixa a faixa - rápido, pesado, impossível de ser parado e alto. Eu fico animado a cada disco, mas eu nunca fiquei tão excitado assim. Esse disco vai entrar nos livros, e na minha humilde opinião, é o nosso melhor. Não tem orgulho aqui, apenas a confiança de que ele vai ser ótimo -.. muito, muito grande.

Fonte: Whiplash
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20 de abr de 2013

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ATENÇÃO: ajuda para membros das bandas DEVOTAN e POEMS OF SHADOWS



 Saudações à toda irmandade!

Para que a chama do verdadeiro Cristianismo seja ou continue acesa, é necessário que nossas ações ultrapasse muito mais que as palavras. As sagradas Escrituras revelam que a verdadeira fé sem obras é morta (Tiago 2:14-17).

Pois bem, a alguns dias noticiamos uma dificuldade que o irmão Lord Shavout (Edmilson Giglio) e sua família haviam sofrido. Sua esposa e filha, Lady Dammarys e Lady Agnys sofreram um acidente de moto. Lady esteve internada e Agnys quebrou os dois pés. Se não bastasse, as últimas informações são de que a filha Agnys teve complicações devido ao medicamente errado. Para piorar, Lady Dammarys, no último dia 17 de Abril, se envolveu em outro acidente, desta vez de carro onde obteve grande prejuízo. A situação já não estava tão boa uma vez que a família estava com dívidas em sua casa. Agora, devido ao ocorrido, o casal terá de arcar com o prejuízo causado a outra pessoa também envolvida no alobramento. Calcula-se que a dívida total venha ultrapassar R$ 7000,00.

A idéia se consiste na seguinte teoria: a UCECN é composto por pouco mais de quatrocentos membros. Se cada um ofertar uma quantia de R$ 10,00 ou equivalente, é possível levantar o valor de pouco mais de R$ 4000,00, o que ajudaria e muito a família.

Para aqueles que ainda não sabem, tanto o casal como a filha Agnys são membros das hordas DEVOTAN e POEMS OF SHADOWS.

Para aqueles que se dispuserem em ajudar, o número da conta para oferta é:

Banco Bradesco
AG: 322 0
Conta: 0604991 dig: 5
Nome do favorecido: Josefa L de Souza Giglio

Agradecemos e contamos com suas orações e possível apoio nesta luta pelo amor, unidade e crescimento!

Equipe UCECN via facebook
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Metanóia Fest: edição Nordeste 2013 em Itabuna/BA



 Evento em sua edição 2013 marca a volta do Metanoia Fest ao Nordeste e do Trino aos solos baianos. O grupo capixaba lança o cd Antibesta, disco de regravações dos grandes sucessos da banda.
Na oportunidade grupos locais e de diferentes cidades da Bahia e Rio de Janeiro se unem para fazer uma grande festa. Show com as bandas: *Trino (ES), Dynamus (BA), Kodesh (BA), Rival Machine (BA), 7Core (RJ), Testify (BA) e LD 12 (RJ)*


Trino (ES)
Dynamus (BA)
Kodesh (BA)
Rival Machine (BA)
7Core (RJ)
Testify (BA)
LD 12 (RJ)

8 de Junho 2013 / Colegio Caic - Itabuna/BA


Caravanas saindo de Salvador -I tabuna (IDA E VOLTA) em VAN  OU  ONIBUS com Ar condicionado, Dvd, Leito e lanche a bordo -Ida e volta , saida em torno de 11:00 hrs de Salvador e retorno as 08:00 do dia seguinte,-R$ 90 (Médio). Contatos: (71) 9355 7850 (TIM) , (71) 8271 5888 (Claro), (71) 9224 0272.


Fonte: Metal Land
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Resgate: ex-integrante Dudu Borges, é o principal produtor sertanejo da atualidade

 

Dou início hoje, aqui no blog, a uma série de entrevistas chamada “Bastidores”, com figuras importantes e influentes da música sertaneja que nem sempre se tornam conhecidas do grande público.
São produtores, assessores, empresários e contratantes contando um pouco de sua história e de sua importância para o atual estágio do sertanejo. Toda segunda-feira haverá uma nova entrevista.
Hoje, na estreia, a entrevista é com o produtor musical Dudu Borges.
Eduardo Borges de Sousa, 30 anos, campograndense.
Conhecido como Dudu Borges, o produtor deixou o Mato Grosso do Sul e se mudou para São Paulo aos 17 anos, atrás de música. Cresceu musicalmente na igreja, virou nome respeitado no mercado gospel, e se tornou produtor e músico da banda “Resgate”.
Dudu é o principal produtor sertanejo da atualidade. Em suas mãos, atualmente, estão Bruno e Marrone, Jorge e Mateus, Michel Teló, Luan Santana, Fernando e Sorocaba, João Bosco e Vinícius, Marcos e Belutti, entre vários outros, todos produzidos em seu estúdio fundado em 2009 em São Paulo, o “VIP”.
Na lista publicada semanalmente no blog com as canções sertanejas mais tocadas, ele chega a dominar quase metade das posições. No ranking divulgado hoje, na postagem anterior, das cinco primeiras canções, quatro são produções suas: “Te Esperando”, “Vidro Fumê”, “Amiga da Minha Irmã” e “Veneno”.
A carreira bem sucedida, no entanto, encontra resistência dentro mesmo do meio sertanejo. Considerado o principal responsável por ter tornado a música sertaneja em música pop, ouve duras e repetidas críticas de quem não considera que sua linha possa ser chamada de “sertaneja”.
Abaixo, a conversa que tive com ele.
Você se reconhece como o cara que criou essa fase atual do sertanejo?
Quando eu produzi João Bosco e Vinícius pela primeira vez, no final de 2000, eu não tinha noção do que poderia acontecer. Eu fiz o que achei que tinha de ser feito, mas sem imaginar que aquilo poderia mudar o rumo das coisas. Eu sei que eu mudei a música sertaneja, mudei todo um estilo, mas foi tudo feito sem essa pretensão.
Pega João Bosco e Vinícius e vê o que vem depois disso. Ali foi a mudança, com “Sufoco”, “Chora, me liga”, “Falando Sério”. Veja o que veio depois, de Luan Santana até qualquer outro artista. Começou ali. Não existia uma música com tanta virada de bateria, com tanta conversão, com tanto detalhe quanto “Sufoco”. E ao mesmo tempo soava seco, sem muitos instrumentos. Até ali, ninguém tinha feito isso.
Não demorou muito pra que as críticas surgissem, principalmente na linha de que você estava estragando o sertanejo…
Sim, não demorou nada. Hoje eu não me incomodo sinceramente com crítica, mas aprendi depois de apanhar muito. O que incomoda é a falsa crítica, o cara que fala mal de você, mas vai lá e faz o arranjo igual. O difícil da crítica no começo é você ver tudo o que você está conquistando, o que você está acertando, e ter de ouvir coisas contrárias. Mas é do jogo.
Quando você chegou a conclusão de que havia deixado de ser um produtor promissor pra se tornar uma grife, uma figura relevante?
Quando as pessoas que eu sempre admirei passaram a me respeitar. E no fim, é isso que importa. Olha só… eu receber uma ligação do Bruno e Marrone, depois de tudo que falaram que eu estraguei o sertanejo, é uma coisa inexplicável. Você percebe que não tava errado naquilo que fez. Nomes indiscutíveis da história da música, caras que vão ser lembrados pra sempre, me procurando pra fazer um trabalho novo e a gente conseguindo fazer mudanças importantes na dupla. Isso me fez me sentir melhor.
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Com o tanto de artistas de primeiro escalão que você produz atualmente, é inevitável que você fique em meio a um fogo cruzado entre escritórios e entre cantores que não têm boa relação ou até mesmo uma concorrência mais acirrada. Como você lida?
Eu tento ser imparcial, mas não sou… assim… tudo o que eu puder fazer pra unir todos e deixar as coisas em paz, eu tento fazer. Na hora certa, no momento certo, eu vou lá e tento. Quem mexe com música, na maior parte dos casos, têm os sentimentos muito aflorados, então nem sempre é fácil. E muitas vezes os “grandes problemas” são coisas tão pequenas que passa o tempo e eles se esquecem. Pode parecer só algo bonito, mas não é: a música é capaz de juntar todo mundo. É através dela que eu vou sempre tentar unir, acho importante isso, e costuma funcionar.
Você tem uma marca forte nas suas produções, deixa sua assinatura nos seus trabalhos. Produzindo tanta gente de repercussão, não corre o risco de os produtos começarem a ficar muito parecidos?
Eu tenho que saber que eu preciso dar a cara do artista ao disco dele, e não a minha cara. Eu me inspiro no cantor ou na dupla pra que o trabalho fique parecido com ele, não comigo. A partir daí é que eu começo a fazer o meu trabalho.
Mas e suas preferências de timbre, músicos, ritmos? Não há um risco de ficar tudo meio padrão?
Sim, é um risco que precisa de cuidado, tenho que pensar nos outros discos que já fiz pra não repetir algumas coisas, mas não é algo tão complicado dessa forma. Há muitos artistas que tocam, como o Mateus (Jorge) e o Fernando (Sorocaba), então cada um já tem uma personalidade traçada.
Você é difícil na hora da produção? Costuma ceder?
Acho que isso passa pela relação que você tem com o artista. Nós estamos juntos pra fazer o melhor trabalho possível, então os dois precisam saber ouvir, eu tenho essa consciência. Não sou de levantar a voz, brigar, não faço isso, mas se o cara quiser um produtor só pra fazer o que ele manda, eu não sou esse cara. Eu sei que se der errado, a culpa vai ser minha, então eu preciso puxar essa responsabilidade.
Você já gravou algo que se arrepende?
Já. Não a ponto de me arrepender amargamente, algo que vai manchar minha carreira, mas já abri exceções que não foram legais.
Sabe-se que você é o produtor mais caro do mercado atualmente (ele preferiu não abrir os valores na entrevista), algo natural pelo espaço que você conquistou. Como é essa sua relação financeira com os artistas?
Eu uso a boa relação com os artistas e os empresários pra lidar com essa situação. Não há só uma forma de você receber, você pode receber na venda dos CD’s, você pode receber algum adiantamento, pode procurar várias formas. Eu me preocupo com o outro lado também. Sei que apesar dos cachês altos, há muita conta a se pagar.
Hoje consigo sentar com uma dupla ainda no começo, disposta a pagar mais até do que eu pediria, e dizer pra eles não gastarem esse dinheiro assim. Os valores mais altos acabam sendo com os artistas do topo. Não é que eu cobre de acordo com o que eu sei que o cara ganha, não é isso, mas é o quanto um trabalho de tanta repercussão não me consome. Eu me doo o máximo ao projeto e assumo toda a responsabilidade de cada trabalho, e isso tem um preço.
Tem uma coisa interessante de contar. Eu produzo música uma atrás da outra há anos, sem parar. O reconhecimento demora muito, é uma estrada muito longa. Um hit não muda sua vida, dois, três não mudam. Um disco bom também não muda, você precisa fazer outro, e outro. Eu vim pra São Paulo com 17 anos e fui ganhar dinheiro 2, 3 anos atrás.
Uma das suas parcerias que mais repercutiu foi com Jorge e Mateus, talvez a que mais tenha gerado discussões até hoje. A dupla chegou já grande ao seu estúdio, e você apostou em uma mudança forte no estilo da dupla. Como foi essa passagem?
Quando a gente começou a trabalhar junto, foi uma época bem difícil pra mim. Você ler todos os dias que você não vai superar um disco sendo que você não teve chance ainda de fazer sequer uma nota do novo trabalho, é difícil, incomoda. Eu arrisquei o que eu podia e dei minha vida nesse disco (Aí Já Era). Eu tinha certeza que seria um disco que ou daria muito certo, ou daria muito errado. Ninguém sabia o que iria acontecer, apesar de eu saber que era bonito, muito bem feito. Eu mexi no jeito do Jorge de cantar, eu ganhei o respeito do Mateus e eles comparam a ideia de arriscar.
Faz pouco tempo, até, ouvi uma pessoa próxima dizer que o que eu fazia não era a cara do Jorge e Mateus. Mais uma vez, tive que ouvir e fiquei quieto, mas me incomodou. Hoje, com essa popularidade, com esses números, com essa carreira impressionante, eu não tenho dúvidas que a cara do Jorge e Mateus é a do “Aí Já Era” pra cá.
É o seu melhor disco?
Não. Sem demagogia, não consigo enxergar um melhor disco. Só pra te dar um exemplo, eu sinto o “A Hora é Agora” melhor que ele. Aliás, como eu vou comparar um disco com o “Curtição”, com tudo que ele representou? Cada caso é um caso, sem demagogia, não teria problema em dizer se houvesse mesmo algum.
Sinceramente, pra ficar no Jorge, eu acho o “A Hora é Agora” mais completo, mais maduro. A diferença é que o “Aí Já Era” tinha o fator novidade, que faz com que as pessoas falem dele até hoje.
A certa altura da ascensão do novo sertanejo, o mercado se viu liderado por dois produtores: você e o Ivan Miyazato, além de uma série de músicos oriundos de Campo Grande. O que essa turma tinha de tão especial pra chegar tão longe?
Eu não sei, cara. Eu não sei explicar. Parece meio gospel o que eu vou dizer, mas eu acho que Deus escolheu as pessoas que estavam lá em Campo Grande e que eram amigos. Todo mundo que tava lá e deu certo, trabalhou junto em algum momento. Havia alguma química musical e as peças foram se encaixando.
Você prevê uma queda forte do sertanejo para os próximos anos? Concorda que o estilo tomou um rumo não muito positivo?
Não, não tem porque ser assim. Há muito o que se fazer, mas é preciso ser feito. O sertanejo é muito amplo, muito democrático. As rádios sertanejas tão lá no alto, muitas baseadas no romântico, as festas estão em alta, com as músicas de balada, e a galera que ouve modão nunca vai ficar sem os modões.
A gente tá num momento em que precisa surgir uma novidade, que não é necessariamente algo que vai chocar ou mudar tudo, mas que precisa se mostrar diferente. E o meu grande desafio e de quem trabalha com música é conseguir achar essas novidades sem fugir do sertanejo, pois aí você erra. Eu tenho a chance e a oportunidade de apresentar coisas novas, e é isso que tento fazer a cada novo trabalho.
Pra finalizar, queria que você falasse de Michel e “Ai Se Eu Te Pego”.
O que eu posso te dizer sobre o Michel, resumindo, é que tudo o que aconteceu com ele, a gente só foi assimilar há pouco tempo. Eu e ele só tivemos a dimensão do que ele conquistou quando a gente sentiu o que estava acontecendo com o Psy. É difícil olhar quando você está de dentro, você não tem ideia das coisas.
Quando o Psy estourou no mundo e a gente viu de fora, deu pra cair a ficha do que o Michel tinha conquistado. O estouro “Ai Se Eu Te Pego” lá fora não mudou minha vida profissionalmente, mas gerou uma marca que eu vou levar pro resto da minha vida, um número que dificilmente alguém vai atingir de novo. Por muito tempo eu vou fazer parte da música brasileira, e eu agradeço muito a Deus por isso.
via Metal Land
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Bride: Dale Thompson pelo Facebook, anuncia nome de novo album, "Incorruptible"


 

A banda Bride está novamente caminhando para a gravação de mais um disco. Dale Thompson que promete empenho máximo para emplacar mais um ótimo álbum, informou na sua página do Facebook que quase todas as canções estão finalizadas e que está muito empolgado com o que vem vindo por aí.
Publicou também um comunicado aos fãs dizendo, que se for para regravar alguma música do passado, qual deveria ser. O que nos deixa na dúvida se teremos uma nova versão de alguma música incluída neste CD.

O álbum que tem prévia de lançamento para o meio do ano já tem título definido, se chamará "Incorruptible".
Dale Thompson, como na gravação dos dois últimos álbuns, convoca os fãs para apoiarem este projeto com um fã financiamento. Assim como o Tourniquet fez no seu último álbum. As pessoas que ajudarem, receberão um link com todas as informações a respeito do andamento das gravações, bem como: vídeos, demos, letras e explicações das mesmas. Também receberão o primeiro volume via PDF do livro de ficção que Dale Thompson está escrevendo e, é claro, serão os primeiros a receber o CD.
Para mais informações e realizar o fã financiamento, acessar o site da banda: www.bridepub.com


Fonte: Metal Land 
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