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23 de jul de 2017

Stryper: Michael Sweet pede orações por família de Chester, vocalista do Linkin Park


O cantor e compositor Michael Sweet, mundialmente conhecido como o vocalista e guitarrista da banda de metal cristão Stryper, comentou a repercussão em torno da morte de Chester Bennington, vocalista do Linkin Park.

Bennington morreu nesta manhã (20), aos 41 anos de idade, depois de se enforcar em sua casa. O músico, que já relatou ter vivido dificuldades com o uso de drogas e depressão por ter sido abusado sexualmente quando criança, esteve abalado com a morte do amigo Chris Cornell, que também se suicidou em maio deste ano.

Michael lamentou piadas e comentários jocosos em torno da morte de Chester e afirmou que suicídio é um assunto sério. “O que eu estou bastante perturbado são as pessoas que estão brincando sobre suicídio e ou que estão zangadas e devido à sua raiva, fazendo comentários ridiculamente insensíveis. Isso irrita-me!”, afirmou.

Sweet classificou o suicídio como um assunto complexo e que se trata de um “grande problema na nossa sociedade e no mundo hoje”. Em seguida, o cantor fez críticas às reações de ódio em torno da morte do astro de rock.

“As famílias e os amigos destas almas estão de luto rasgado. A última coisa que precisam de ver ou ler é um idiota a falar sobre o amado que perderam. Que raio se passa com este mundo? Chamar alguém de covarde porque acabou de tirar a vida? Uau!”, disse.

“É covardia brincar com isso, e é covardia fazer um discurso sobre isso porque acha que eles foram covardes por fazê-lo. Inacreditável… Vamos orar pelo Chester e pela sua família, amigos e fãs e vamos tentar ser um pouco mais compassivos e compreendermos a profundidade desta terrível epidemia. Talvez (com um pouco mais de atenção às necessidades dos outros), sejamos capazes de salvar alguém no futuro”, ponderou Sweet.

“Deus te abençoe Chester e espero que você tenha encontrado algum tipo de paz. Orações & considerações para você e sua família”, concluiu o músico norte-americano.


Fonte: Gospel Prime
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19 de mar de 2017

Chuck Berry: Morre a lenda do rock aos 90 anos


O cantor foi encontrado morto pela polícia em sua casa em Missouri,nos EUA.
A causa de sua morte ainda não foi revelada.
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15 de mai de 2015

B.B. King: 'Rei do Blues' morre aos 89 anos nos Estados Unidos


O músico B.B. King, considerado o "Rei do Blues" e integrante do Hall da Fama do Rock and Roll desde 1987, morreu na madrugada desta sexta-feira (15) em Las Vegas, nos Estados Unidos, aos 89 anos de idade, informou seu advogado.
No início de abril, o guitarrista havia sido hospitalizado após sofrer uma desidratação por causa da diabetes tipo 2 da qual sofria há mais de 20 anos. Ele voltou a ser internado há poucos dias.
A lenda se despede com 16 prêmios Grammy, mais de 50 discos em quase 60 anos de carreira e músicas que marcaram época, como “Three o’clock blues”, “The thrill is gone”, “When love comes to town”, “Payin’ the cost to be the boss”, “How blue can you get”, “Everyday I have the blues”, “Why I sing the blues”, “You don't know me”, “Please love me” e “You upset me baby”.
Considerado o maior guitarrista de blues da atualidade, verdadeira lenda, Riley B. King, nasceu em 16 de setembro de 1925, no Mississippi, nos Estados Unidos. Tocava nas esquinas e em bares. Comprou o primeiro violão quando a falta de eletricidade no interior do país fazia dos instrumentos musicais a maior atração dos anos de 1940.
O músico foi autodidata, nunca teve professor. Gostava de ser seduzido pelas melodias. O B.B. de seu nome artístico vem de Blues Boy, dos tempos do rádio.
Seu primeiro grande sucesso nacional foi “Three o'clock blues”, que estourou nos anos 1950. A partir daí começou a fazer turnês sem parar. Só no ano de 1956 sua banda chegou a fazer 342 apresentações.
B.B. King criou um estilo autêntico de guitarra. Em seus solos, ao contrário de outros guitarristas, o Rei do Blues preferia usar poucas notas. Ele dizia que conseguia fazer uma nota valer por mil.

Em foto de abril de 2006, B.B. King completou 10 mil shows e comemorou em clube de Nova York (Foto: AP Photo/Richard Drew, File)

Paixão era a guitarra
Ele tinha verdadeira paixão por seus instrumentos. Tanto que enfrentou um incêndio durante um show para salvar uma de suas guitarras. O fogo teria começado numa disputa entre dois rapazes por uma garota. Depois desse episódio suas guitarras passariam a ser carinhosamente chamada de “Lucille”, o nome da jovem.
A fama de suas guitarras ganhou o mundo. Em 1997, King presenteou o papa João Paulo II com uma “Lucille”, no Vaticano.
Em 2012, fez parceira inesperada com o presidente americano Barack Obama, durante um show de blues na Casa Branca.
Em outubro de 2014, o guitarrista precisou abandonar um espetáculo em Chicago, diante de um quadro de desidratação e esgotamento, o que provocou a suspensão do restante da turnê, que ainda tinha 8 shows programados.
Aos 86 anos, ainda fazia cerca de 100 apresentações por ano. O último show no Brasil ocorreu em 2012, em São Paulo. Antes, se apresentou no Rio de Janeiro e em Curitiba.

B.B. King e Bo Diddley se apresentaram em 2002 no Times Square, em NY. (Foto: Richard Drew / Arquivo / AP Photo)

Influente
Considerado um dos artistas mais influentes de todos os tempos, seu talento inspirou outros grandes guitarristas, como Stevie Ray Vaughan, Jeff Beck, Jimi Hendrix, George Harrison, Buddy Guy e Eric Clapton.
B.B. King ganhou diversos Grammy Awards: melhor desempenho vocal masculino de Rhythm & Blues, em 1970, com “The thrill is gone”; melhor gravação étnica ou tradicional, em 1981, com “There must be a better world somewhere”; melhor gravação de blues, em 1983, com “Blues’N jazz”, e, em 1985, com “My guitar sings the blues”. Em 1970, Indianopola Missisipi Seeds concede-lhe o Grammy de melhor capa de álbum. A Gibson Guitar Co. o nomeou “embaixador das guitarras Gibson no mundo”.

King se casou duas vezes. Primeiro com Martha Lee Denton, com quem viveu entre 1946 e 1952; e, depois com Sue Carol Hall, entre 1958 e 1966. O artista deixa 14 filhos e mais de 50 netos.


Fonte: G1
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19 de jun de 2014

As I Lay Dying: Tim Lambesis revela ser ateu e dizia ser cristão para vender discos..."90% das bandas fingem fé"


Uma banda autocategorizada como sendo de ‘Heavy Metal Cristão’ cujo frontman foi condenado por tentar contratar um pistoleiro para assassinar sua ex-esposa admitiu que vinha enganando seus fãs ao fazê-los acreditar que eles eram cristãos de modo a vender discos.

“Na verdade, eu era ateu”, disse Tim Lambesis, o vocalista e fundador do AS I LAY DYING ao site Alternative Press em uma entrevista recente. “Na verdade, eu não fui o primeiro cara no As I Lay Dying a deixar de ser cristão. Eu acho que fui o terceiro. Os outros dois que continuaram o sendo meio que pararam de falar no assunto, e daí eu acho que eles também largaram de mão também.”

O site ainda apontou para o fato de que sua ex-esposa, Meggan, havia divulgado na papelada do divórcio que Lambesis tinha se tornado ateu. Lambesis, ao admitir seu ateísmo, ressaltou que ele se distanciou do cristianismo tão logo se graduou em estudos religiosos, curso que realizou por meio de um programa de longa distância.

“No processo de tentar defender minha fé, eu comecei a pensar que o outro ponto de vista era mais forte”, ele declarou.

E um pecado levou ao outro, e ele tenta justificar sua renúncia a Cristo como justificativa para suas ações.

“A primeira vez em que chifrei minha esposa, minha interpretação de moral agora me era conveniente”, explicou Lambesis. “Eu me sentia menos culpado se eu decidisse, ‘Bem, o casamento não é uma coisa verdadeira, porque o Cristianismo não é verdadeiro. Deus não existe. Portanto, o casamento é apenas um pedaço de papel idiota do governo.”

Mas ele continuou a declarar que era cristão, assim como os outros da banda, de modo a vender discos para os fãs de música cristã.

“Eu me lembro de um festival cristão quando um jornalista queria que um dos caras da banda desse seu testemunho, e ele ficou paralisado e deixou que um dos caras que ainda eram cristãos respondesse”, conta Lambesis. ”Rimos daquilo depois, mas só ríamos porque foi muito constrangedor.”

“Quando os fãs queriam rezar com a gente depois dos shows, eu ficava tipo, ‘Ah, manda ver, reza! ‘, e eu só deixava eles rezarem. Eu dizia ‘amém’. Se rezar com a minha mão no ombro deles os faz sentir melhor, eu não queria tirar isso deles,” ele continuou. ”Quando eles pediam para que eu rezasse por algo em específico, eu dizia ‘Eu não gosto muito de rezar em voz alta, mas vou pedir por isso no ônibus.”

Ele disse que durante seu tempo com o As I Lay Dying, ele se deu conta que muitas bandas que se declaram cristãs disfarçam suas verdadeiras convicções tal qual ele fazia.

“Excursionamos com mais ‘bandas cristãs’ que na verdade não eram cristãs do que com bandas que de fato o fossem”, afirmou Lambesis. ”Em 12 anos de turnês com o As I Lay Dying, eu diria que talvez uma dentre dez bandas com as quais tocamos eram de fato cristãs.”

À medida que ele continuou a cair em tentação, Lambesis perguntou a um personal trainer da academia onde ele se exercitava se ele conhecia algum matador de aluguel que pudesse matar sua esposa. O vocalista logo foi preso e levado sob custódia da polícia após uma operação onde ele supostamente deu à polícia as instruções e o dinheiro para prosseguir com o homicídio. Ele foi condenado a seis anos de prisão no último mês de março.

Mas foi só recentemente que Lambesis trouxe à tona a verdade sobre seu ateísmo e a fachada que sua banda montou para vender discos.

“Muitos pais cristãos diziam, ‘Sim, você pode comprar esse CD do As I Lay Dying porque eles são uma banda cristã’. Eles nem se dão ao trabalho de conferir as letras”, Lambesis acusa. “Então, quando você muda de opinião, você meio que deve aos fãs essa honestidade.”


Fonte: Whiplash
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20 de mai de 2013

As I Lay Dying: comportamento violento causado por esteroides, argumenta defesa de Lambesis


Lambesis, vocalista do AS I LAY DYING retornou à corte na última quarta, 17 de maio, para sua audiência de fiança, relativa ao seu suposto plano de assassinar sua esposa, e mais detalhes do caso foram revelados no processo.

De acordo com o UTSanDiego.com, o advogado de Lambesis, Thomas Warwick, argumentou que seu cliente havia entrado em um mundo de academias e comidas saudáveis, e mais tarde começou a tomar suplementos nutricionais como porta-voz pago destes produtos. Em algum ponto ele começou a tomar esteroides, o que de acordo com seu advogado foi o causador deste comportamento, instigando a trama de assassinato.

Warwick afirma: “Seu processo de raciocínio foi devastadoramente afetado pelo seu uso de esteroides.” Ele adiciona: “Foi uma terrível tragédia. Ele sempre foi um homem muito cuidadoso e gentil [antes dos esteroides], e nós precisamos trazê-lo de volta.” Lambesis, de acordo com relatos, cresceu de 77kg para 100kg e nas palavras de seu advogado “não era a mesma pessoa. Ele estava irritadiço e perdeu Deus.” Um psiquiatra forense foi consultado pela defesa, e afirmou que o vocalista ficou com um comportamento agressivo após o uso dos anabolizantes.

Ainda na quarta feira, Warwick teve sucesso em diminuir a fiança de Lambesis, mas não tanto quanto gostaria. Ele queria US$ 250.000 dos US$ 3 milhões iniciais. O juiz, porém, baixou “apenas” US$ 1 milhão. O advogado falou à corte que mesmo após esta diminuição, seu cliente não conseguiria pagar a quantia.

O músico de 32 anos permanece preso desde o dia 7 de maio, acusado de tentar contratar um assassino para matar sua esposa. O pistoleiro em questão era um policial disfarçado.

A acusação alega que Lambesis contou duas vezes a um homem na academia que queria ver sua esposa morta, então se encontrou com um detetive disfarçado, conhecido como “Red”, e deu ao agente um envelope contendo US$ 1.000 em dinheiro, fotografias de sua esposa e o código de segurança do alarme de sua casa. Ele também contou ao agente sobre as datas em que estaria com os três filhos adotados do casal, criando assim um álibi.

“Quando foi especificamente perguntando se a queria morta, ele disse: ‘Sim, é exatamente o que quero.’” Contou Claudia Grasso, advogada do distrito, ao juiz. “A vítima agora vive encarcerada e aterrorizada.”

Fonte: Whiplash
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6 de mai de 2013

Pitty: ex-guitarrista Peu é encontrado enforcado no apartamento

Peu Souza, à esquerda, ao lado dos demais integrantes da Pitty no início da banda
O ex-guitarrista da Pitty, Peu Sousa, foi encontrado morto no apartamento em que vivia em Salvador, na manhã desta segunda-feira (06). Peu tinha 35 anos e integrou a banda entre 2003 e 2004, durante os trabalhos do disco de estreia, 'Admirável Chip Novo', e assinou as composições de 'Equalize' e 'Déja Vu'. Na sequência foi parte da formação da Nove Mil Anjos, ao lado de Junior Lima e Champignon.
Filho adotivo de Galvão, dos Novos Baianos, o músico deixa esposa e dois filhos. 
Segundo informou a polícia ao jornal O Globo, o guitarrista estava enforcado com um cinto.

Fonte: MTV
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3 de mai de 2013

Slayer: morre guitarrista e fundador Jeff Hanneman

Na foto, Jeff Hanneman é o terceiro da esquerda para a direita
O grupo de thrash metal californiano Slayer anunciou na tarde desta quinta-feira, em sua página no Facebook, a morte de seu guitarrista e fundador Jeff Hanneman, que completou 49 anos no dia 31 de janeiro. Hanneman não se apresentava com o Slayer desde o início de 2011, quando sofreu uma fasciite necrosante em um dos braços, supostamente devido auma picada de aranha. Falava-se inclusive que ele poderia não voltar a tocar. Nos shows da banda nos últimos dois anos, o guitarrista foi substituído por Gary Holt, do Exodus, e por Pat O'Brian, do Cannibal Corpse. Segundo o breve comunicado da banda, uma insuficiência hepática causou a morte de Hanneman.

Nascido em Oakland, na Califórnia, o guitarrista fundou a banda, uma das mais importantes do gênero, no início da década de 1980, com o também guitarrista Kerry King, recrutando depois o baixista e cantor Tom Araya e o baterista Dave Lombardo. Ao lado de grupos como o Metallica e o Anthrax, o grupo criou um subgênero do heavy metal, levando a agressividade e o peso de bandas como Judas Priest e Iron Maiden ao extremo, fundindo-a a influências do punk rock e do hardcore.
Em três décadas de carreira, o Slayer lançou discos definitivos para o gênero, como "Reign in blood", de 1986, "Seasons in the abyss", de 1990, e "Diabolus in musica", de 1998. Desde que começou a ter problemas de saúde, Hanneman se afastou dos outros integrantes do Slayer, que já tinham comentado que sua saída poderia ser definitiva.

A banda tem show marcado para o dia 22 de setembro no Palco Mundo do Rock in Rio, ao lado de Iron Maiden, Avenged Sevenfold e Kiara Rocks. Além de Hanneman, é provável que o Slayer, se confirmar sua participação no festival, se apresente sem o baterista Lombrado, que, devido a um desentendimento relacionado às finanças da banda, tem sido substituído por Jon Dette.

O comunicado da banda no Facebook diz:

"O Slayer, desolado, informa que seu irmão e companheiro de banda Jeff Hanneman faleceu por volta das 11h da manhã de hoje, perto de sua casa, no Sul da Califórnia. Hanneman estava em um hospital da região quando sucumbiu à falência hepática. Ele deixa sua mulher, Kathy, sua irmã, Kathy e seus irmãos Michael e Larry, e sua falta será duramente sentida".

Fonte: O Globo 
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