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19 de mar de 2017

Narnia: ingressos para show em São Paulo no Manifesto Bar


A banda sueca de power metal Narnia, cujo nome foi inspirado no local das As Crônicas de Nárnia, obra de C.S. Lewis, confirmou sete apresentações no Brasil em abril de 2017; confira:

21 de abril de 2017 - Recife @ Downtown Club
22 de abril de 2017 - Vitória @ Metanoia Fest
23 de abril de 2017 - Rio de Janeiro @ Rock Experience
25 de abril de 2017 - Curitiba @ Comunidade Gólgota
26 de abril de 2017 - Goiânia @ Space Club
29 de abril de 2017 - São Paulo @ Manifesto Bar
30 de abril de 2017 - Belo Horizonte @ A Autêntica

Informações sobre ingressos e pontos de venda para a apresentação em São Paulo já estão disponíveis. Confira o serviço abaixo.

SERVIÇO SÃO PAULO

Data: 29 de abril de 2017 (sábado) - São Paulo/SP

Local: Manifesto Bar (Rua Iguatemi, 36 - Itaim Bibi)
Horário: 17h (abertura da casa)

Ingressos:

1º Lote - Pista - Meia-entrada: R$ 100,00
1º Lote - Pista - Promocional: R$ 120,00
1º Lote - Pista - Inteira: R$ 200,00
Especial I (Pista + CD + Meet and Greet): R$ 150,00
Especial II (Pista + Camiseta + Meet and Greet): R$ 170,00
Especial III (Pista + CD + Camiseta + Meet and Greet): R$ 200,00

* Entrada permitida para maiores de 18 anos. Menores de 18 anos entrada permitida com acompanhameto integral do pai, mãe ou responsável legal.

Pontos de venda:

Ingressos online já disponíveis através do Clube do Ingressos:
http://www.clubedoingresso.com/narnia-sp

Demais pontos de venda:
http://www.clubedoingresso.com/ondecomprar
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24 de nov de 2016

Renascent: álbum inédito após 11 anos; ouça "Praise of the Lord God Almighty"


A finlandesa Renascent de Melodic Death Metal, lançou um disco inédito. Quem se lembra do perfeito Through Darkness, de 2005, vai ficar muito feliz em ouvir Praise of the Lord God Almighty (2016). Pelo que li, os caras estão na produção dele desde 2014 e o resultado é muito bom: um excelente e atmosférico Death com muita sinfonia e peso. Confiram aí e compartilhem essa boa nova!



 
Fonte: Apenas Musica 
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15 de nov de 2013

Creed: "Eu sou um cristão completo", afirma vocalista Scott Stapp em grande entrevista


 Link English - http://hmmagazine.com/blog/feature/scott-stapp/

Scott Stapp passou por alguns dos maiores `altos e baixos` que qualquer ser humano pode experimentar. Mesmo se você não é um fã de sua banda Creed ou sua música solo, você tem que admitir que a venda de 50 milhões de álbuns, e ganhar um Grammy são conquistas que maioria dos seres humanos só sonha. Stapp é a prova viva, no entanto, esses sonhos podem rapidamente tornar-se pesadelos absolutos, especialmente se o seu coração está no lugar errado.

Como sua antiga banda subiu às alturas da cultura pop, Stapp desceu em um mundo de drogas e alcoolismo que quase o levou à morte. Esta desgraça atingiu seu clímax brutal em 2006, quando ele se jogou de uma janela de 10 andares de um hotel durante múltiplos dias de bebedeira . Ele foi encontrado, pingando sangue e deitado em uma varanda, do rapper TI, que, como se vê, era um mensageiro direto de cima. Depois de uma longa recuperação, Stapp descobriu a cura, renovação, sobriedade e fé verdadeira. Eu conversei recentemente com Stapp para discutir seu novo álbum solo, Proof of Life, sua autobiografia sem censuraSinners’ Creed o mais importante, as lições que ele aprendeu com seus erros.
Seu novo álbum, Proof of Life, para aqueles que não estão familiarizados, basicamente conta a história sincera de seus altos e baixos públicos e muito marcado em toda a sua jornada com Creed e mais além. Em que momento você se sentir como você queria contar a sua história através de um álbum solo?


Em que momento você  sentiu que queria contar a sua história através de um álbum solo?
 
Bem, eu acho que isso aconteceu organicamente. Quando eu estava contando a minha história através da minha autobiografia, Creed Sinners (que saiu em outubro passado), eu acho que foi o começo  de quando a música estava ocorrendo.  Eu realmente não estabeleço  contar a minha história, por si só, eu só, sempre,  escrevo  a música com o coração, falando honestamente sobre a minha vida. O que torna este álbum original é que eu um passo decisivo como um ser humano. E eu acho que está muito refletido nesse recorde.
É este álbum um complemento para o livro? Como os dois estão separados um do outro? Há alguma histórias, idéias ou sentimentos compartilhados no álbum que não pode ser encontrado no livro?
Um não poderia ter acontecido sem o outro. Sem o livro – e o processamento que fiz sobre o último capítulo da minha vida - eu não teria sido capaz de expelir a música e dar  uma voz para canção. O disco é essencialmente uma continuação do livro. É tipo como um  último capítulo, ou um resumo.
No entanto, existem algumas coisas que me dirijo no álbum que eu não mencionei no livro. Por exemplo, a canção "Who I Am" olhar para o meu próprio ego e domínio  que ele teve sobre mim. Acho que com essa canção que eu dei o meu ego  uma voz. Essa foi uma das primeiras músicas que eu escrevi,  quando  me abordei na letras como um personagem.

É este álbum um complemento para o livro? Como os dois estão separados um do outro? Há alguma histórias, idéias ou sentimentos compartilhados no álbum que não pode ser encontrado no livro?

Um não poderia ter acontecido sem o outro. Sem o livro – e o processamento que fiz sobre o último capítulo da minha vida - eu não teria sido capaz de fazer  a música e dar  uma voz para canção. O disco é essencialmente uma continuação do livro. É tipo como um último capítulo, ou um resumo.No entanto, existem algumas coisas que me dirijo no álbum que eu não mencionei no livro. Por exemplo, a canção "Who I Am" olhar para o meu próprio ego e domínio que ele teve sobre mim. Acho que nessa canção, eu dei o meu ego uma voz. Essa foi uma das primeiras músicas que eu escrevi, quando me abordei na letras como um personagem.

Tem  algum momento nesse disco, que quando você para para escutar, aonde você se sente como se você tivesse feito grande avanço como músico que nunca foi capaz  antes?

Eu sou sempre hipercrítico. Houve momentos em cada recorde ou até mesmo músicas inteiras que Eu gostaria de ter feito de forma diferente. Este é o primeiro disco que eu fiz prontamente, depois de algum tempo e espaço, e ouvindo com ouvidos ultra-críticos onde posso dizer que não há nada que eu mudaria. Eu acho que fala com o quão duro eu trabalhei neste projeto e quanto eu coloquei nele, até o ponto onde houve momentos durante todo o processo que eu me sobrecarreguei, e não sabia se eu ia terminá-lo. Custou muito de mim emocionalmente, mentalmente e fisicamente. Eu não gostaria de reviver como eu fiz isso de novo, mas eu sei que cresci como artista durante o processo.

Você conseguiu grandes coisas em sua carreira, tanto quanto as vendas de discos. Você ganhou um Grammy. Você realizou coisas que outros artistas só podem sonhar. Você deve ter se sentido invencível. Mas em algum momento houve uma mudança acentuada na percepção do público a respeito de sua banda e você pessoalmente,  durante a sua carreira com o Creed. Isso chegou a um ponto onde as coisas estavam ocorrendo fora do palco que não só desviava  pessoas das, mas até ofuscava sua música. O que você acha que foi o ponto de viragem?

Acho que foi uma série de coisas. O velho ditado "o orgulho vem antes da queda" soa tão verdadeiro. Quando você chegar a um ponto onde perde a sua gratidão e perspectiva e você está cercado por "sim" das pessoas, tudo isso só alimenta o ego. Acho que até a pessoa mais humilde pode ser arrastado em tudo. Se você olhar para a história do rock and roll, você vai ver isso acontecer inúmeras vezes com os artistas que conhecemos e amamos, quanto mais ainda, um sucesso momentâneo de quem você nunca ouviu falar. E em 50 por cento dessas histórias, as pessoas acabam mortas.

Foi muito público para mim. Eu fui a um lugar escuro e sombrio, e eu não sabia como sair. Eu tinha acumulado riqueza, tive muita influência, e não tinha ninguém para me falar a verdade. Essa combinação pode literalmente matar qualquer um.

Eu descobri, quando as coisas se tornam tudo sobre mim, que é quando os problemas acontecem. Eu agora olho para a música como um dom e uma benção, e uma oportunidade para servir e partilhar. Quero compartilhar minhas falhas, meus erros e tudo o que posso para inspirar aqueles que têm dado muito para mim. Esta indústria deu-me muito e eu preciso dar a volta. Foi assim necessário, o que aconteceu comigo; se eu não tivesse passado por essas coisas, eu não seria capaz de fazer a música que eu estou fazendo hoje.

Eu carreguei muita culpa e vergonha por um tempo muito longo. Eu não queria nem sair fora. Eu sentava sozinho para beber em minha casa. Eu me senti como um excluido social. E se capaz de passar  por tudo isso e ter gratidão agora... Isso me fez uma pessoa tão melhor. Agora, eu não olhe para trás com raiva ou ressentimento ou arrependimento. Eu tento usar essas memórias como uma fonte de força, porque eu sei que eu não vou fazer no futuro, e eu sei o quanto eu tenho que dar agora como artista.

É preciso coragem para enfrentar seus próprios demônios, as decisões ruins que você tomou... Você tem sido público sobre sua luta com abuso de drogas e depressão. Em que ponto você olha a sua volta e diz: "Como cheguei aqui?" Em outras palavras, qual foi o seu fundo do poço?

Eu tive mais de um. Você chega ao seu fundo do poço quando você decidir parar de cavar. Para mim, eu atingi alguns fundos mais do que outras pessoas (que não são tão cabeça-dura) que teria considerado o ponto de virada. Mas eu mantive a cavar. Porém o que levantou minha vida foi o verdadeiro grito de alerta. Eu estive incapacitado por 12 meses, e três deles eu mal conseguia falar. Eu tive que ficar acamado sozinho com meus pensamentos e pensar em como eu cheguei lá. Eu não podia me mover ou andar. Isso me deu bastante perspectiva. Cheguei a um ponto que eu não podia continuar culpando os outros mais, porque tudo se voltou para mim e para as decisões que tomei. Eu finalmente sai da negação, encarei as situações que eu estava dentro. Se Você chegar a esse ponto, você pode realmente começar a crescer e se curar como um ser humano.



Um particular interior para você, como você acabou de mencionar, é a noite em que você pulou de uma janela do 10 º andar e, milagrosamente, viveu. Descreva os momentos que antecederam aquela noite: a sua mentalidade, seus pensamentos, sua decisão de saltar.

Eu estava em um apagão quase absoluto por dias a fio. Eu estava entrando e saindo de coerência. Eu estava nas drogas e álcool constantemente. Eu não tinha dormido durante muitas noites. Eu tinha passado do ponto de suicídio lento - que é o nome do meu atual single - e se transformou  para “Esse é o fim”. Eu estava tão preso a doença do alcoolismo e da dependência que não podia ver que ele estava tentando  me matar. E estava prestes a suceder.
Você está em um lugar psicótico quando você tem todos os produtos químicos em seu corpo e você está privado de sono. Você é uma pessoa possuída. Quem estiver nas  drogas e álcool não reflete a pessoa que você é fora deles. Eu acho que é um equívoco comum daqueles que não se cruzaram com o vício que tem. As pessoas que estão nas drogas e álcool estão em um estado de psicose mental. Quando você se livrar dessas coisas, a pessoa real pode voltar, mas eles têm de lidar com o rastro de destruição que deixaram atrás deles, e as pessoas feridas ao longo do caminho.

Você professava ser cristão desde muito jovem. Sua banda foi rotulada de cristã por muitos. Mas você já chegou num ponto onde você queria se distanciar desse rótulo - um rótulo que não é necessariamente uma forma positiva na mídia em geral? Você já se sentiu dessa forma, - por causa do respeito dos outros e em torno desta indústria - você só queria provar que você era simplesmente rock and roll, mesmo à custa de suas próprias crenças? Alguma vez você saiu do seu caminho para tentar mostrar às pessoas: "Não, eu não sou um artista cristão, eu sou apenas um artista. Eu sou real?

Eu fui criado no "Cristianismo", mas estava longe de ser o verdadeiro cristianismo. Era abuso emocional, físico e espiritual.
Que é de onde  o conflito dentro de mim veio. Embora eu tivesse sido criado na fé, eu não queria ter nada a ver com isso. Como alguém poderia querer associar-se com algo que os representantes daquela coisa estão habitualmente batendo em você em todos os sentidos? Isso não é cristianismo! E Se  fossa alguma coisa, era  como Jim Jones. Foi  mais de um culto.

Nós não começamos, de forma alguma a ser associado com o cristianismo. Nós éramos apenas uma banda de rock and roll amarrada num num estilo de vida rock'n roll. Sexo, drogas e música. Isso era o tudo sobre nós. Mas, em momentos a sós, eu não poderia escapar do que eu estava lutando com, dentro de mim. Eu estava tentando lidar com a dura e abusiva religião, excessivamente dogmática que era enfiada goela abaixo.

Quando você comete abuso, você sempre se pergunta: "Por que essa mulher fica com este homem? Ele bate demais nela. Mas então ela chora para à polícia:" Não levá-lo embora! " Como ela sangra no seu rosto, porque ele quebrou a cabeça e bateu até os dentes sair pra fora. Como você figura isso? Essa foi a mesma coisa que estava acontecendo comigo, como um escritor da época. Embora na minha vida, eu não estivesse se rebelando contra o Cristianismo, eu ainda era aquela mulher espancada, pensando: "Bem, talvez eu esteja errado ...”

E ainda dentro de tudo isso, ainda havia algo a dizer-me que Deus era a resposta e a forma como fui criado não era. Então, isso continuou saindo de mim como um escritor que estava derramando seu coração em sua música. Eu acho que é aí que a confusão veio, porque eu estava confuso. Eu estava apenas tentando ser uma banda de rock e escrever com o coração. Eu não acho que "banda cristã" foi o rótulo correto, quando foi dado, mas olhando para trás, letras e conflitos internos que eu estava tendo, eu posso ver o porquê das pessoas imaginar o contrário. Eu estava em busca de "algo maior", mas não a Deus como eu o entendia na época.

Como sua jornada de fé evoluiu  ao longo dos altos e baixos de sua carreira até agora? Você ainda se considera um cristão? Se sim, como você define esse termo?

Eu sou um cristão completo. Eu absolutamente tenho um relacionamento com Jesus Cristo e aceitei Ele como meu Senhor e salvador. Eu finalmente fui capaz de conciliar isso com a minha formação e separar os dois. A realidade de Cristo, da Igreja e a que a Palavra diz , é muito diferente do meu histórico.
Agora, isso não significa que eu escrevo canções proselitistas. Se isso sai de mim, sai porque é orgânico. Não é uma agenda. Eu também sou apenas um artista de rock and roll secular . Eu não acho que nós precisamos classificar e categorizar cada pessoa que professa a fé e faz música.
Há aqueles que sentem um chamado em sua vida para pregar e compartilhar Cristo diretamente. Eu busco inspiração como artista, e ela sempre reflete com precisão o que realmente está acontecendo na minha vida. No novo registro, não há dúvida alguma no material que é diretamente sobre o meu relacionamento com Deus e onde estou espiritualmente, mas isso é apenas honestidade, sem obrigação. Eu não abordo em cada música uma ideia preconcebida para fazer isso. Eu sou apenas grato a Deus por Ele poder me usar, apesar de mim mesmo. Eu sou grato por ser inspirado por minha fé em Deus e pelo que Cristo fez na minha vida. 
 
Você tem algum conselho específico para os leitores que lidam com o abuso de substâncias e / ou depressão neste momento?

Acho que a primeira coisa que eu posso dizer é:  peça ajuda. Não tenha vergonha de pedir . Não tenha medo de compartilhar com alguém o que realmente está acontecendo com você. É normal,  Não há nada a se sentir culpado ou vergonhoso. Informe o seu pastor, o seu professor ou seu melhor amigo. Não é uma sentença de morte, você pode sair. Não se sinta preso, e não sinta que não há uma solução, porque tem. O primeiro passo é apenas levantar a mão e dizer: "Eu preciso de ajuda." Simples assim.

De algum jeito não tem como controlar a forma como as pessoas lembrarão-se de você. Você não pode ter de volta as decisões que você fez. No seu caso, você fez um monte de decisões publicamente, certas e erradas, que em alguns sentidos se solidificou seu legado. Mas, em outros sentidos, o livro ainda está sendo escrito. Quando as pessoas mencionam o seu nome  em 10 anos na estrada,  quais as  palavras ou imagens que você quer ser associado?

Fora desta indústria em geral, 99%  por cento das pessoas que  pensam sobre  música, falam em meu nome. Então eu tenho que garantir  que não vou aceitar  1 %  se a minha imagem não for como realmente, é meu legado.
No fim do dia, eu só quero ser lembrado como alguém que derramou o seu coração e alma em sua música e era honesto em tudo o que ele fez.

"Article translated and reprinted with permission from HM Magazine."

via http://sinkillerwebzine.blogspot.com.br/2013/11/interview-scott-stapp-um-salto-para.html
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30 de jun de 2013

August Burns Red: ouça na íntegra o novo álbum Rescue & Restore

Ouça na íntegra o novo álbum do August Burns Red chamado Rescue & Restore, lançado em 25 de Junho pela Solid State Records.




Fonte: NEWS ★ METALDISCS 
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20 de mai de 2013

Trino: Tom Chagas retorna aos vocais


Abaixo a mensagem publicada no facebook de Tom Chagas.
 

"Após 6 anos, TRINO de volta! 1º ensaio com a nova "velha" formação:

Tom Chagas - G/V
Bruno Max - B/V
Flávio Mello - G
Fabio Kiefer - D
 "



Fonte: Metal Land 
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As I Lay Dying: comportamento violento causado por esteroides, argumenta defesa de Lambesis


Lambesis, vocalista do AS I LAY DYING retornou à corte na última quarta, 17 de maio, para sua audiência de fiança, relativa ao seu suposto plano de assassinar sua esposa, e mais detalhes do caso foram revelados no processo.

De acordo com o UTSanDiego.com, o advogado de Lambesis, Thomas Warwick, argumentou que seu cliente havia entrado em um mundo de academias e comidas saudáveis, e mais tarde começou a tomar suplementos nutricionais como porta-voz pago destes produtos. Em algum ponto ele começou a tomar esteroides, o que de acordo com seu advogado foi o causador deste comportamento, instigando a trama de assassinato.

Warwick afirma: “Seu processo de raciocínio foi devastadoramente afetado pelo seu uso de esteroides.” Ele adiciona: “Foi uma terrível tragédia. Ele sempre foi um homem muito cuidadoso e gentil [antes dos esteroides], e nós precisamos trazê-lo de volta.” Lambesis, de acordo com relatos, cresceu de 77kg para 100kg e nas palavras de seu advogado “não era a mesma pessoa. Ele estava irritadiço e perdeu Deus.” Um psiquiatra forense foi consultado pela defesa, e afirmou que o vocalista ficou com um comportamento agressivo após o uso dos anabolizantes.

Ainda na quarta feira, Warwick teve sucesso em diminuir a fiança de Lambesis, mas não tanto quanto gostaria. Ele queria US$ 250.000 dos US$ 3 milhões iniciais. O juiz, porém, baixou “apenas” US$ 1 milhão. O advogado falou à corte que mesmo após esta diminuição, seu cliente não conseguiria pagar a quantia.

O músico de 32 anos permanece preso desde o dia 7 de maio, acusado de tentar contratar um assassino para matar sua esposa. O pistoleiro em questão era um policial disfarçado.

A acusação alega que Lambesis contou duas vezes a um homem na academia que queria ver sua esposa morta, então se encontrou com um detetive disfarçado, conhecido como “Red”, e deu ao agente um envelope contendo US$ 1.000 em dinheiro, fotografias de sua esposa e o código de segurança do alarme de sua casa. Ele também contou ao agente sobre as datas em que estaria com os três filhos adotados do casal, criando assim um álibi.

“Quando foi especificamente perguntando se a queria morta, ele disse: ‘Sim, é exatamente o que quero.’” Contou Claudia Grasso, advogada do distrito, ao juiz. “A vítima agora vive encarcerada e aterrorizada.”

Fonte: Whiplash
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18 de mai de 2013

Download now: John Elefante - On My Way To The Sun (lançamento 2013)


Novo lançamento de John Elefante, e como sempre, ESPETACULAR!

Musicas: 

01 - This Is How The Story Goes
02 - Where Have The Old Days Gone
03 - On My Way To The Sun
04 - All I Have To Do
05 - The Awakening
06 - Half The Way Home
07 - We All Fall Short
08 - Don't Hide Away
09 - This Time
10 - Confess

DOWNLOAD

Fonte: www.christian-downloads.com
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7 de mai de 2013

Download now: C-Force "EP 2001" (power metal melódico da Finlândia)


C - Force é uma banda de power metal melódico da Finlândia. Teve sua faixa “More Than a Dream” participando da “Metal Rose Collection” que foi uma coletânia lançada em 2001 contendo diversas bandas finlandesas de metal cristão. O C-Force usa temas cristãos em todas as suas letras.
 

Track list:

01. More than Dream
02. Up to heaven
03. Will I find 


DOWNLOAD
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6 de mai de 2013

Download now: Oficina G3 - Histórias e Bicicletas ... lançamento 2013


Artista/Banda: Oficina G3
Albúm: Histórias e Bicicletas (Reflexões, Encontros e Esperança)
Lançamento: 2013 / MK Music 

Formato: MP3
Tamanho: 60 Mb

Faixas:

01. Diz
02. Água Viva
03. Encontro
04. Confiar
05. Não Ser
06. Compartilhar
07. Descanso
08. Aos Pés da Cruz
09. Sou Eu
10. Lágrimas
11. Save me From Myself (Bônus)


DOWNLOAD
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CrossRock: web clipe oficial de "Call You" em HD




Fonte:Cross Rock
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3 de mai de 2013

Stryper: Michael Sweet assina para álbum com George Lynch


O frontman do STRYPER, MICHAEL SWEET, postou na página oficial de sua banda no Facebook mais uma atualização do ‘estado das coisas’.

“Acabo de assinar um contrato para fazer um álbum com o lendário GEORGE LYNCH [T&N, DOKKEN], JAMES LOMENZO [MEGADETH, WHITE LION] e BRIAN TICHY [S.U.N., WHITESNAKE] no começo do ano que vem. Estou empolgado! E vocês?”

Fonte:  Whiplash
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Brian Head: oficialmente de volta a banda Korn


O KORN está em fase de gravação do seu 11º álbum de inéditas a ser lançado no final do verão americano e a novidade é que Brian "Head" Welch, além de estar participando da World Tour deste ano, está também em estúdio junto com a banda gravando o sucessor de "The Path Of Totality", conforme ele próprio confirmou pelo twitter e facebook:

Brian: "I AM VERY PROUD to announce that I AM BACK IN KORN"
"ESTOU MUITO ORGULHOSO de anunciar que ESTOU DE VOLTA AO KORN"

O último álbum do guitarrista com o KORN foi "Take A Look In The Mirror" lançado em 2003. E Head ficou afastado da banda durante 8 anos, após se converter ao cristianismo em 2005.


Fonte: Whipash
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Slayer: morre guitarrista e fundador Jeff Hanneman

Na foto, Jeff Hanneman é o terceiro da esquerda para a direita
O grupo de thrash metal californiano Slayer anunciou na tarde desta quinta-feira, em sua página no Facebook, a morte de seu guitarrista e fundador Jeff Hanneman, que completou 49 anos no dia 31 de janeiro. Hanneman não se apresentava com o Slayer desde o início de 2011, quando sofreu uma fasciite necrosante em um dos braços, supostamente devido auma picada de aranha. Falava-se inclusive que ele poderia não voltar a tocar. Nos shows da banda nos últimos dois anos, o guitarrista foi substituído por Gary Holt, do Exodus, e por Pat O'Brian, do Cannibal Corpse. Segundo o breve comunicado da banda, uma insuficiência hepática causou a morte de Hanneman.

Nascido em Oakland, na Califórnia, o guitarrista fundou a banda, uma das mais importantes do gênero, no início da década de 1980, com o também guitarrista Kerry King, recrutando depois o baixista e cantor Tom Araya e o baterista Dave Lombardo. Ao lado de grupos como o Metallica e o Anthrax, o grupo criou um subgênero do heavy metal, levando a agressividade e o peso de bandas como Judas Priest e Iron Maiden ao extremo, fundindo-a a influências do punk rock e do hardcore.
Em três décadas de carreira, o Slayer lançou discos definitivos para o gênero, como "Reign in blood", de 1986, "Seasons in the abyss", de 1990, e "Diabolus in musica", de 1998. Desde que começou a ter problemas de saúde, Hanneman se afastou dos outros integrantes do Slayer, que já tinham comentado que sua saída poderia ser definitiva.

A banda tem show marcado para o dia 22 de setembro no Palco Mundo do Rock in Rio, ao lado de Iron Maiden, Avenged Sevenfold e Kiara Rocks. Além de Hanneman, é provável que o Slayer, se confirmar sua participação no festival, se apresente sem o baterista Lombrado, que, devido a um desentendimento relacionado às finanças da banda, tem sido substituído por Jon Dette.

O comunicado da banda no Facebook diz:

"O Slayer, desolado, informa que seu irmão e companheiro de banda Jeff Hanneman faleceu por volta das 11h da manhã de hoje, perto de sua casa, no Sul da Califórnia. Hanneman estava em um hospital da região quando sucumbiu à falência hepática. Ele deixa sua mulher, Kathy, sua irmã, Kathy e seus irmãos Michael e Larry, e sua falta será duramente sentida".

Fonte: O Globo 
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30 de abr de 2013

Stryper: Michael Sweet anuncia nome da nova música e diz que regravará faixas. “Third Coming?


 Em postagem nas redes sociais, Michael Sweet anunciou o título de uma nova música do Stryper: “No More Hell To Pay”. Também confirmou que a banda regravará faixas de In God We Trust e Against The Law em um futuro próximo. “Third Coming? Podem contar com isso”, disse o frontman. 
 
 
Fonte: RockNChrist blog
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Whitecross: show na Argentina depois de 15 anos, juntamente com o Antidemon do Brasil





Vuelve Cristo Rock - con un evento historico en la ciudad de Buenos Aires. Recital de Whitecross y Antidemon. 
El 1 Junio a partir de las 17 hs en Av. Rivadavia 3755 Almagro Ciudad Autonoma de Buenos Aires.
Prensa y Difusion: Sofia Ferreyra 156-754-2908

Email: sofiacristorock@yahoo.com.arf
facebook/guerreracristorock


Fonte: Cristo Rock e www.labateamagazine.com
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Antidemon: confirmado no Brainstorm Festival 2013 na Holanda


A lendária horda de Death Metal brasileira Antidemon foi confirmada para a edição desse ano do Brainstorm Festival. A horda foi uma das primeiras bandas confirmadas para o evento.
Também foram confirmados os estadunidenses do Theocracy, os suecos do ReinXeed, a banda de metalcore Benea Reach da Noruega, e a banda de hardcore da Holanda Startled By Silence.
 

O Brainstorm Festival ocorrera nos dia 1 e 2 de Novembro no Gigant Club na cidade de Apeldoorn, Holanda. São no total 15 bandas. Mais informações: Brainstorm Festival Official. 

Fonte: RockNChrist blog
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26 de abr de 2013

Download now: Zion - Thunder From The Mountain (heavy metal tradicional,1989)



Banda: Zion
Álbum: Thunder From The Mountain
Ano do lançamento: 1989
Gênero: Heavy Metal trad.


Rex Scott – Lead Vocals & Guitars
David Moore – Guitars
Jeff Johnson – Bass
Tommy Bozung – Drums


Faixas: 

Who Pulls the Strings
Kick in the Gates
Is it a Crime
Help Me
Thrillseeker
Sold You a Lie
Roll the Rock
Less of Me
He Loves You 


Download
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25 de abr de 2013

Paramore: divulgados preços para os shows de São Paulo


A produtora Livepass, que trará o grupo estadunidense Paramore para o Brasil divulgou os preços dos ingressos para os shows que ocorrerão nos dias 30 e 31 de julho no Espaço das Américas, em São Paulo.
Os ingressos para o setor pista custarão 220 reais, enquanto os ingressos para a BudZone custarão 360 reais.

Fonte: Whiplash
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Stryper: resenha do novo CD Second Coming

Stryper: ano de 2013, 30 anos de estrada e um álbum com releituras de clássicos mais duas canções inéditas. Isso resume o "Second Coming", o mais novo álbum do grupo, que chegou em 2013 com estilo e mostrando a que veio, com muita qualidade e empenho em demonstrar que ainda têm muito o que oferecer ao cenário musical.

Nota: 9

Imagem
 
Focado na releitura dos seus maiores sucessos, eles não decepcionam e, tenha certeza, surpreendem na grande maioria das músicas desse álbum. "The Covering", álbum que antecedeu a esse, fez muito bem aos caras. "Second Coming" surge como um recomeço, uma retomada às raízes que fundamentaram seu som e consagrou o Stryper ao lado das maiores bandas de Metal do mundo, sendo expoentes no Metal Cristão. E com 14 grandiosos sucessos e 2 inéditas, o álbum promete ser uma das grandes surpresas do ano.
Pois bem, a primeira música é "Loud 'N Clear", e mostra toda a boa forma dos rapazes. Guitarras viscerais, bateria e baixo muito firmes e, claro, a estridente e potente voz de Michael Sweet faz com que ele sequer aparente 49 anos de idade. Abre o álbum com grande estilo. Destaque para Oz Fox, em seu hiper solo, e Michael Sweet, fazendo um agudo ainda mais alto que na versão original.

A segunda música é "Loving You" e confesso que me surpreendi com a presença dela no álbum pois ela não é muito lembrada em seus shows. É praticamente a versão atualizada da música, mantendo o alto nível que já iniciou com a faixa anterior.

Então, a partir daqui, eles vão elevando o nível ainda mais, pouco a pouco. A terceira faixa "Soldiers Under Command" é visceral. Tem já escutou a versão ao vivo vai perceber que há uma grande semelhança. Vocal potente e firme de Michael Sweet, solos do Oz e Sweet muito consistentes, bateria do Robert impecável nessa faixa, e o baixo de Gaines firmando a retaguarda. Música emblemática do Stryper e muito bem feita aqui.

A próxima é "Makes Me Wanna Sing" e aqui fica o destaque para o vocal do Michael Sweet, novamente, e o solo muito bem feito de Oz Fox. É incrível como dois caras de, praticamente, 50 anos, mantém o mesmo nível de 30 anos atrás! Principalmente Sweet, que se esquivou totalmente da maldição que assombra vários vocais do Metal e Rock sobre a idade diminuindo, pouco a pouco, a qualidade vocal. Mas Michael demonstra uma técnica de dar inveja até mesmo para muitos vocalistas de 20 anos de idade. A melhor versão da música, ao meu ver, é do show gravado em Tóquio - Japão, durante a turnê do álbum "In God We Trust", "Burning Flame". Porém, essa versão de estúdio causa empate técnico entre as duas versões, de tão boa que é.

Depois de muitos Riffs e agudos de tirar o fôlego, surge "First Love" para dar aquela quebra de ritmo. Aqui está uma das faixas que demonstra o grande entrosamento da banda e o vocal potente e absurdo de Michael Sweet. Linda balada e uma grande surpresa no setlist do álbum, mantém o nível de qualidade das outras músicas. De arrepiar!

E aqui, na sexta faixa, surge um dos grandes clássicos dentre os clássicos do Stryper: "The Rock That Makes Me Roll". Os riffs, os solos, a bateria e o baixo extremamente entrosados, a mesma magia e energia captada num estúdio de 1985. Bravíssimo agudo no final!
"Reach Out" é a próxima e aqui mantém o nível anteriormente citado, exatamente como fazem na versão ao vivo.
"Surrender" é uma surpresa. E que surpresa! Impossível não sentir a energia dos anos 80 nessa música, que regravaram magistralmente! Oz Fox, como sempre, arrepiando no braço da guitarra! Uma das grandes releituras aqui feitas, com absoluta certeza.

Mas, é nona faixa que fica o teste: "To Hell With The Devil" é a próxima. Confesso que fiquei impressionado com a qualidade, me fazendo relembrar e, ainda por cima, preferir essa versão do que a original! E Michael Sweet acerta o agudo final com a mesma potência e mesmo vibrato, assim como em seu solo e do Oz Fox. Absurdamente animalesco som! Excelente trabalho"

Após essa, não há o que dizer de "Calling On You" e "Free", outras duas excelentes músicas de 1986, do álbum "To Hell With The Devil"! A mesma qualidade se segue e percebemos o quão em forma eles estão, assim como em "Sing Along Song". Essa última tem até particularidades, como o início em que inicia uma guitarra, depois a próxima para, então, iniciar a música e a voz de Michael Sweet lembrando as versões ao vivo magistralmente.
E, para fechar a lista dos clássicos, "The Way" e "More Than a Man" surgem. Muito bem executadas, "The Way" dá o destaque para Oz Fox, que maneja a guitarra de forma absurda nessa música. O solo é fantástico! Técnica e domínio acima da média.

E em "More Than a Man", o que dizer de Michael Sweet? Curiosamente, é na última música que ele sacramenta a listagem de clássicos puxando os limites de sua voz! Me fez relembrar muito "Against The Law" e "In God We Trust", demonstrando toda sua capacidade técnica e domínio sobrenatural da voz para alguém que tem, praticamente, 50 anos de idade! Destaque para o agudo final, onde ele faz um agudo ainda mais alto - e mantém de forma assombrosa! - do que na gravação de 1986 e nas versões ao vivo! Espetacular.
Na sequência, após os clássicos, surge as duas músicas inéditas: "Bleeding From Inside Out" e "Blackened".

Bom, a primeira é boa, mas não a nível de Stryper. Faixa muito mediana, relembrando os tempos controvertidos de "Reborn", só que um pouco acima do nível daquele álbum. É uma música boa, os rapazes estão ótimos, porém, não convence.

Por outro lado, "Blackened" é uma grande música! Grande cadência e ritmo, consegue fundir o Metal do fim dos anos 80 com o Metal atual! Agudos absurdos, riffs potentes e consistentes, encerram o álbum em grande estilo, assim como começou, deixando aquele gostinho de "quero mais" e aumentando ainda a ansiedade sobre o novo álbum de inéditas que, segundo eles, sairá até o fim de 2013. Somente não supera "God", a faixa inédita lançada em "The Covering", mas certamente seria um single e um dos grandes sucessos do Stryper, ao lado de "Caught In The Middle", "Writings On The Wall" e "Mercy Over Blame".

Destaque para Michael Sweet, que faz a guitarra solo das duas músicas. Jurava que era o Oz Fox! Quando soube que era o Michael Sweet, me surpreendi com sua técnica na guitarra. Realmente é um guitarra subestimado. Demonstrou que, além de um excelente vocalista, é um grande guitarrista, também, tanto quanto Oz Fox.

Bom, "Second Coming" é isso: um álbum viciante, daqueles de comprar e guardar para seus filhos e netos escutarem. Será um álbum lembrado na carreira do Stryper como uma de suas grandes gravações, mesmo que de releituras das versões originais existentes. Michael, Oz, Robert e Tim se firmam, ainda mais, como o maior banda de Metal Cristã e uma das melhores do Metal em geral. Excelente forma e técnica de todos.
Porém, como tudo não é perfeito, há dois pontos fracos: "Reach Out" e "Bleeding From Inside Out" foram os pontos medianos do álbum, não se mantiveram no nível das demais canções. Mas creio que seja pelo grande nível criado por eles mesmos nas demais músicas, o que ocasionou isso.

E o outro ponto é a mixagem: ela estava excelente, álbum muito bem produzido, porém, achei a bateria do Robert muito retraída em um pouco mais das canções do álbum. Faltou um pouco de presença e peso da bateria. Para se ter uma ideia, ao escutar "Reborn" novamente, a bateria de Robert estava mais consistente e presente do que nesse último álbum, o que é uma pena, porém, "faz parte do show".

Por fim, essa foi a resenha. Ao escutar "Second Coming", um excelente álbum o espera e garanto a você que escutará esse cd por um bom e longo tempo! Muito bem produzido, excelente escolha das músicas (embora tenha sentido falta de alguma da era "Against The Law", mas claramente percebe-se a linha que eles querem seguir, então, tudo bem!) e uma qualidade técnica de dar inveja, esse é "Second Coming" do Stryper, marcando sua volta ao cenário musical em grande estilo.
Até a próxima.

Track list de "Second Coming":

1. "Loud 'N Clear" (3:46)
2. "Loving You" (4:27)
3. "Soldiers Under Command" (5:08)
4. "Makes Me Wanna Sing" (2:50)
5. "First Love" (5:22)
6. "The Rock That Makes Me Roll" (4:53)
7. "Reach Out" (5:24)
8. "Surrender" (4:18)
9. "To Hell with the Devil" (4:06)
10. "Calling on You" (3:41)
11. "Free" (3:41)
12. "The Way" (3:37)
13. "Sing Along Song" (4:23)
14. "More Than a Man" (4:33)
15. "Bleeding from Inside Out" (3:44)
16. "Blackened" (3:08)


Fonte: Whiplash
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Stryper: novo disco terá cover de "Jesus Is Just Alright"

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A banda de Hard rock cristão STRYPER está gravando uma versão cover de "Jesus Is Just Alright", uma canção gospel escrita por Arthur Reid Reynolds, para o seu próximo álbum de estúdio, provisoriamente esperado para antes do final do ano, via Frontiers Records. O vocalista da banda, Michael Sweet, diz, "ela rivaliza com a nossa cover de 'Shining Star' do EARTH, WIND & FIRE"

"Jesus Is Just Alright" foi gravado pela primeira vez pelo próprio grupo de Reynolds, THE ART REYNOLDS SINGERS, em seu álbum de 1966, "Tellin' It Like It Is". Mais tarde, teve versões dos THE BYRDS e dos DOOBIE BROTHERS.

Michael Sweet declarou anteriormente que o novo CD do STRYPER conteria "as melhores músicas da nossa carreira sem firulas musicalmente ou liricamente." Ele acrescentou: "Eu estou contando os dias para a sua chegada e quando ele chegar, vai ser como um trem acelerando faixa a faixa - rápido, pesado, impossível de ser parado e alto. Eu fico animado a cada disco, mas eu nunca fiquei tão excitado assim. Esse disco vai entrar nos livros, e na minha humilde opinião, é o nosso melhor. Não tem orgulho aqui, apenas a confiança de que ele vai ser ótimo -.. muito, muito grande.

Fonte: Whiplash
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